CONTRIBUIÇÕES

Amados irmãos e irmãs, a paz de Cristo. Se for da sua vontade, e direção do Senhor em sua vida, contribuir com este ministério, mantemos a conta abaixo para contribuições à nossa igreja. Antecipadamente, agradecemos a todos pelo carinho e amor, e rogamos as ricas bênçãos do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo sobre vós. Um forte abraço. Pr. Airton Williams -Banco Sicoob (756) , Agência 4332, Conta 4428-8 - CNPJ 33.413.053/0001-93 em nome da Igreja Cristã de Confissão Reformada. Quaisquer dúvidas, peço a gentileza de que entrem em contato: iccreformada@gmail.com

domingo, 10 de outubro de 2010

O Mito e a História na Criação


Este é o novo livro do pastor e professor Airton Williams, Th.M em Antigo Testamento pelo Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper, Mackenzie-SP, lançado pela Fonte Editorial, SP. Uma análise literária da narrativa da Criação conforme Gênesis 1.1-2.3. Como deveríamos ler esta narrativa, mito ou história? Uma análise detalhada dos primeiros dois capítulos do Gênesis, conhecidas narrativas da criação do homem e do mundo. O autor traça pelos caminhos da hermenêutica uma analise literária do texto fundante da cosmogonia cristã sobre as origens.
Este livro pode ser adquirido com desconto na Sociedade de Estudos Bíblicos Interdisciplinares, de R$ 39,90 por R$ 30,00, ou pelo site da livraria Saraiva:

http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3095234/o-mito-e-a-historia-na-criacao/?ID=BB19AE9D7DA0A081233390282

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

VÍDEO - NÃO NOS DEIXE CAIR EM TENTAÇÃO

Amados Irmãos, este vídeo foi gravado durante o Culto Carismático do dia 06 de Outubro de 2010, ministrado pelo Pastor Airton Williams.
Neste culto, continuamos nosso Estudo sobre o Sermão do Monte, "Não nos deixe cair em tentação." faz parte da Oração do Pai Nosso, que estamos estudando neste momento.

Culto Carismático 06 de outubro from episcopal carismatica on Vimeo.

Áudio - NÃO NOS DEIXE CAIR EM TENTAÇÃO

Amados Irmãos, este áudio foi gravado durante o Culto Carismático do dia 06 de Outubro de 2010, ministrado pelo Pastor Airton Williams.
Neste culto, continuamos nosso Estudo sobre o Sermão do Monte, "Não nos deixe cair em tentação." faz parte da Oração do Pai Nosso, que estamos estudando neste momento.


Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/guEk3Ve4/udio_culto_carismtico_06_de_ou.html

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

VÍDEO ESCOLA DOMINICAL

Amados Irmãos, este vídeo é parte do nosso estudo sobre a Salvação. Estamos estudando
o segundo elemento que diz respeito a nossa Salvação, em nossa Escola Dominical. Este áudio foi gravado no dia 03 de Outubro de 2010, ministrado pelo Pastor Airton Williams.

VÍDEO ESC 03 DE OUTUBRO from episcopal carismatica on Vimeo.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

ÁUDIO ESCOLA DOMINICAL

Amados Irmãos, este áudio é parte do nosso estudo sobre a Salvação. Estamos estudando
o segundo elemento que diz respeito a nossa Salvação, em nossa Escola Dominical. Este áudio foi gravado no dia 03 de Outubro de 2010, ministrado pelo Pastor Airton Williams.


Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/cQ1H7xn5/esc_dominical_03_de_outubro.html

Vídeo - Como o Milagre de Deus acontece em nossos corações - 2

Amados, esta é a 2ª parte do sermão ministrado pelo Pastor Airton sobre o Livro de Marcos, capítulo 10.46 a 52. Este vídeo foi gravado durante o culto do dia 03 de Outubro de 2010.

Sermão 04 de Outubro from episcopal carismatica on Vimeo.

Áudio - Como o Milagre de Deus acontece em nossos corações - 2

Amados, esta é a 2ª parte do sermão ministrado pelo Pastor Airton sobre o Livro de Marcos, capítulo 10.46 a 52. Este áudio foi gravado durante o culto do dia 03 de Outubro de 2010.


Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/xWZydklB/udio_sermo_03_de_outubro.html

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

ÁUDIO ESCOLA DOMINICAL

Amados irmãos, neste áudio, continuamos nossa discussão sobre a obra da salvação, examinando o papel da fé, durante este processo; Ele foi gravado durante a Escola Dominical do dia 26 de Setembro de 2010 e ministrado pelo Pastor Airton Williams.
Neste domingo não tivemos gravação da Escola Dominical, então não haverá postagem do vídeo, apenas do áudio. Gostaria de agradecer ao nosso Irmão Marquinhos, que possibilitou a gravação deste áudio.


Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador , através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/H8Jqsp9U/udio_esc_26_de_setembro.html

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Como o Milagre de Deus acontece em nossos corações - 1

Amados, esta é a 1ª parte do sermão ministrado pelo Pastor Airton sobre o Livro de Marcos, capítulo 10.46 a 52. Este vídeo foi gravado durante o culto do dia 26 de Setembro de 2010.

Sermão 26 de setembro from episcopal carismatica on Vimeo.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Como o Milagre de Deus acontece em nossos corações - 1

Amados, esta é a 1ª parte do sermão ministrado pelo Pastor Airton sobre o Livro de Marcos, capítulo 10.46 a 52. Este áudio foi gravado durante o culto do dia 26 de Setembro de 2010.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/Rn5DpMaE/udio_sermo_26_de_setembro.html

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

VÍDEO CULTO CARISMÁTICO

Amados irmãos , este vídeo foi gravado durante o Culto Carismático do dia 22 de setembro de 2010, ministrado pelo Irmão Ricardo , com o tema: As pessoas que Deus usa.

Vídeo culto carismático from episcopal carismatica on Vimeo.

LIÇÕES A APRENDER - continuação

c. Temos de considerar a nossa responsabilidade cristã como sendo dupla

"O sal e a luz têm uma coisa em comum: eles se dão e se gastam, e isto é o oposto do que acontece com qualquer tipo de religiosidade egocentralizada."
Não obstante, o tipo de serviço que cada um presta é diferente. Na verdade, seus efeitos são complementares. A função do sal é principalmente negativa: evitar a deterioração. A função da luz é positiva: iluminar as trevas.
Assim, Jesus chama os seus discípulos para exercerem uma influência dupla na comunidade secular: uma influência negativa, de impedir a sua deterioração, e uma influência positiva, de produzir a luz nas trevas. Pois impedir a propagação do mal é uma coisa; e promover a propagação da verdade, da beleza e da bondade é outra.
Reunindo as duas metáforas, parece-nos legítimo discernir nelas a relação correta entre a evangelização e a ação social, na totalidade da missão de Cristo no mundo, uma relação que deixa perplexos muitos crentes hoje em dia. Somos chamados a ser as duas coisas, sal e luz, na comunidade secular.
Examinemos, primeiro, a nossa vocação para sermos sal. O apóstolo Paulo pinta um quadro sinistro no final do primeiro capítulo da sua carta aos Romanos, falando do que acontece quando a sociedade abafa (por causa do amor ao mal) a verdade que conhece por natureza. Ela deteriora. Seus valores e padrões declinam rapidamente, até ficar totalmente corrompida. Quando os homens rejeitam o que sabem de Deus, Ele os abandona às suas próprias noções distorcidas e paixões perversas, até que a sociedade cheire mal às narinas de Deus e de todas as pessoas honestas.
Os cristãos foram colocados por Deus numa sociedade secular para retardar este processo. Deus pretende que penetremos no mundo. O sal cristão não tem nada de ficar aconchegado em elegantes e pequenas dispensas eclesiásticas; nosso papel é o de sermos "esfregados" na comunidade secular, como o sal é esfregado na carne, para impedir que apodreça. E quando a sociedade apodrece, nós, os cristãos, temos a tendência de levantar as mãos para o céu, piedosamente horrorizados, reprovando o mundo não-cristão; mas não deveríamos, antes, reprovar-nos a nós mesmos? Ninguém pode acusar a carne fresca de detiorar-se. Ela não pode fazer nada. O ponto importante é: onde está o sal?
Jesus ensinava em algum ponto perto do mar da Galiléia. Menos de 160 quilômetros ao sul, o Rio jordão corre para outro mar, que, por ser tão salgado, é chamado de Mar Morto. E, do lado ocidental, vivia naquele tempo uma Comunidade do Mar Morto, cuja biblioteca de pergaminhos causou verdadeira sensação ao ser acidentalmente descoberta há alguns anos atrás. Era uma comunidade monástica de essênios que tinham se afastado do mundo iníquo. eles se intitulavam "os filhos da luz", mas não tomavam providência alguma para que a sua luz brilhasse. Assim, no seu gueto, seu sal era tão inútil como os depósitos de sal sobre as praias do mar ali perto. Será que Jesus estava pensando neles? W.D. Davies pensa que Jesus "deu uma olhadela de lado" na direção deles. É uma conjectura atraente. O que significa, na prática, ser o sal da terra? Em primeiro lugar, nós, o povo cristão, deveríamos ser mais corajosos, mais francos na condenação do mal. A condenação é negativa, é verdade, mas a ação do sal é negativa. às vezes, os padrões de uma comunidade afrouxam-se por falta de um explícito protesto cristão, Lutero deu grande importância a isto, enfatizando que a denúncia e a proclamação andam de mãos dadas, quando o evangelho é verdadeiramente pregado: "o sal arde. embora eles nos critiquem como sendo desagradáveis, sabemos que é assim que tem de ser e que Cristo ordenou que o sal fosse forte e continuamente cáustico... se você quiser pregar o Evangelho e ajudar as pessoas, terá de ser rude e esfregar sal nas feridas, mostrando o outro lado e denunciando o que não está certo... o verdadeiro sal é a verdadeira exposição das Escrituras, que denuncia todo o mundo e não deixa nada de pé a não ser a simples fé em Cristo".
Helmut Thielicke aborda este mesmo tema da necessária qualidade incisiva ou "ardida" do verdadeiro testemunho cristão. Ao olharmos para alguns cristãos, diz ele, "poderíamos pensar que a sua ambição é ser a cumbuca de mel do mundo. Eles adoçam e açucaram a amargura da vida com um conceito demasiadamente complacente de um Deus amoroso. Mas Jesus, evidentemente, não disse: 'Vocês são o mel do mundo. Ele disse: 'Vocês são o sal da terra. 'O sal arde, e a mensagem não adulterada do juízo e da graça de Deus sempre tem sido uma coisa que machuca".
E ao lado desta condenação do que é falso e mau, deveríamos com ousadia apoiar o que é verdadeiro, bom e decente, em nossa vizinhança, em nosso colégio, profissão ou negócio, ou na esfera mais ampla da vida nacional, incluindo os meios de comunicação de massa.
O sal cristão faz efeito através de atos e também de palavras. Já vimos que Deus criou a ambos, o Estado e a família, como estruturas sociais para reprimir o mal e incentivar o bem. E os cristão têm a responsabilidade de verificar se essas estruturas estão sendo preservadas, e também se estão operando com justiça. Com demasiada frequência, os cristãos evangélicos têm interpretado a sua responsabilidade social em termos de apenas ajudar às vítimas de uma sociedade doente, nada fazendo para mudar as estruturas que provocam os acidentes. Exatamente como os médicos não se preocupam apenas com o tratamento dos pacientes, mas também com a medicina preventiva e a saúde pública, nós deveríamos nos preocupar com o que poderíamos chamar de "medicina social preventiva" e padrões mais elevados de higiene moral. Por menos que seja a nossa contribuição, não podemos optar pela dispensa da busca da criação de melhores estruturas sociais, que garantam a justiça na legislação e o cumprimento das leis, a liberdade e a dignidade do indivíduo, os direitos civis para as minorias e a abolição da discriminação social e racial. Não devemos nem desprezar essas coisas nem fugir de nossa responsabilidade para com elas. Isso faz parte do propósito de Deus para o seu povo. Sempre que os cristãos são cidadãos conscientes, agem como sal numa comunidade. Como Sir Frederick Catherwood expôs em sua contribuição ao simpósio Is Revolution Changte? (A Revolução Muda Alguma Coisa?) : "Tentar melhorar a sociedade não e mundanismo, mas amor. Lavar as mãos diante da sociedade não é amor, mas mundanismo".
Mas os seres humanos dacaídos precisam de mais do que barricadas que os impeçam de se tornarem tão maus quanto possível. Precisam de regeneração, vida nova através do Evangelho. Por isso, nossa segunda vocação é para sermos "a luz do mundo", pois a verdade do Evangelho é a luz , contida, é verdade, em frágeis lâmpadas de barro, mas brilhando através de nossa mortalidade com a mais conspícua das claridades. Fomos chamados a propagar o Evangelho e estruturar nosso modo de viver de um jeito que seja digno do Evangelho.
Portanto nunca deveríamos colocar nossas duas vocações (sal e luz) e nossas responsabilidades cristãs (social e evangelística) em posições antagônicas, como se tivéssemos de escolher entre as duas. Não podemos exagerar uma delas, nem desacreditar uma às expensas da outra. Uma não pode substituir a outra. O mundo precisa de ambas. Ele está em decomposição e precisa de sal; ele é trevas e precisa de luz. Nossa vocação cristã é para sermos ambas. Jesus Cristo o declarou , e isso basta.
Nos Estados Unidos da América do Norte, um dos ministérios que se diz ter sido formado sob os auspícios do chamado "Jesus Movement" é chamado de "Casa de Luz e Força de Jesus Cristo". É uma comunidade cristã em Westwood, administrada por Hal Lindsey e Bill Counts, que ministra ensino bíblico aos seus residentes. "Luz e Força" é uma ótima combinação, e ambas se encontram em Jesus Cristo. Mas quando alguém organizará na América uma "Sociedade do Sal e Luz de Jesus Cristo"?
Na Inglaterra surgiu nestes últimos anos um movimento quase espontâneo conhecido como o "Festival da Luz". Agradeço a Deus pelo testemunho corajoso e exuberante dos seus componentes, na sua maioria jovens. Procuram combinar um protesto contra a pornografia e uma campanha pela lei moral de Deus na vida pública, ao lado de um testemunho claro de Jesus Cristo. Talvez pudesse transformar-se em um "Festival de Sal e Luz" mais autoconsciente.
De qualquer modo, não devemos nos envergonhar de nossa vocação de sermos sal e também luz, ou seremos culpados de separar o que Jesus uniu.
O Caráter do cristão, conforme descrito nas bem-aventuranças, e a influência do cristão, conforme definida nas metáforas do sal e da luz, estão organicamente relacionados um com o outro. Nossa influência depende de nosso caráter. Mas as bem-aventuranças apresentam um padrão extremamente elevado e exigente. Seria útil, portanto, como conclusão deste capítulo, examinar novamente os dois parágrafos e observar os incentivos que Jesus deu à justiça.
Primeiro, é assim que nós mesmos seremos abençoados. As bem-aventuranças identificam aqueles a quem Deus declara "bem-aventurados", aqueles que lhe agradam e que se realizam. A verdadeira bem-aventurança se encontra na bondade, e em nenhum outro lugar.
Segundo, é assim que o mundo será melhor servido. Jesus oferece aos seus seguidores o imenso privilégio de serem o sal e a luz do mundo, contanto que vivam pelas bem-aventuranças.
Terceiro, é assim que Deus será glorificado. Aqui, no começo do seu ministério, Jesus diz aos seus discípulos que se deixarem a sua luz brilhar de modo que as suas obras sejam vistas, seu Pai no céu será glorificado. No fim do seu ministério, no cenáculo, Ele expressou a mesma verdade com palavras semelhantes: "Nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto; e assim vos tornareis meus discípulos."
Esta, então, é a grande vantagem da vida honesta e semelhante à de Cristo, e também da contracultura cristã. Produz bênçãos para nós mesmos, salvação para os outros e, finalmente, glória para Deus.
Retirado do Livro: A Mensagem do Sermão do Monte
John Stott - ABU editora - Págs.: 56 a 61

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

ÁUDIO CULTO CARISMÁTICO

Amados irmãos , este áudio foi gravado durante o Culto Carismático do dia 22 de setembro de 2010, ministrado pelo Irmão Ricardo , com o tema: As pessoas que Deus usa.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/qAtyPwIK/udio_culto_carism_22_de_setemb.html

VÍDEO ESCOLA DOMINICAL

Amados irmãos, este vídeo foi gravado dia 19 de setembro de 2010, durante a Escola Dominical ministrada pelo Pastor Airton Williams, nesta aula estamos estudando alguns aspectos da salvação.

Esc dominical 19 de setembro from episcopal carismatica on Vimeo.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

ÁUDIO ESCOLA DOMINICAL

Amados irmãos, este áudio foi gravado ontem, 19 de setembro de 2010, durante a Escola Dominical ministrada pelo Pastor Airton Williams, nesta aula estamos estudando alguns aspectos da salvação.


Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/kCS3ONB0/udio_esc_19_de_setembro.html

VÍDEO - QUANDO DEUS SE DESAGRADA DO SEU POVO - 7

Amados, este vídeo foi gravado domingo, dia 19 de setembro, ele é continuação da exposição sobre 1Co 10 1-13; sobre as 5 disposições do coração que levaram Deus a desaprovar seu povo no passado e que continuam presentes em nossa geração. Esta é a última parte da ministração.

Sermão 19 de setembro from episcopal carismatica on Vimeo.

ÁUDIO - QUANDO DEUS SE DESAGRADA DO SEU POVO - 7

Amados, este áudio foi gravado domingo, dia 19 de setembro, ele é continuação da exposição sobre 1Co 10 1-13; sobre as 5 disposições do coração que levaram Deus a desaprovar seu povo no passado e que continuam presentes em nossa geração. Esta é a última parte da ministração.


Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/9Zs8a3CQ/udio_sermo_19_de_setembro.html

domingo, 19 de setembro de 2010

LIÇÕES A APRENDER

As metáforas usadas por Jesus, referentes ao sal e à luz têm muito a nos ensinar sobre nossas responsabilidade cristãs no mundo. Três lições se destacam.

a) Há uma diferença fundamental entre os cristãos e os não-cristãos, entre a igreja e o mundo.

É verdade que alguns não-cristãos adotam uma falsa aparência de cultura cristã. Por outro lado, alguns cristãos professos parecem indiscerníveis dos não-cristãos e, assim, negam o nome de cristão através do seu comportamento não-cristão. Mas a diferença essencial permanece. Podemos dizer que são tão diferentes quanto o alho do bugalho. Jesus disse que são tão diferentes como a luz e as trevas, tão diferentes como o sal e a deterioração ou a doença. Quando tentamos obliterar, ou até mesmo reduzir ao mínimo esta diferença, não servimos a Deus, nem a nós mesmos, nem ao mundo.
Este tema é básico no Sermão do Monte. O Sermão foi elaborado na pressuposição de que os cristãos são por natureza diferentes, e convoca-nos a sermos diferentes na prática. Provavelmente, a maior de todas as tragédias da Igreja através de sua longa história, cheia de altos e baixos, tem sido a sua constância de conformar-se à cultura prevalescente, em lugar de desenvolver uma contracultura cristã.
b. Temos de aceitar a responsabilidade que esta diferença coloca sobre nós.
Quando em cada metáfora reunimos a afirmação e a condição, a nossa responsabilidade se destaca. Cada afirmação começa, em grego, com o enfático pronome "vocês", que seria o mesmo que dizer "vocês e tão somente vocês" são o sal da terra e a luz do mundo. E portanto, (a condição segue-se com lógica inexorável), vocês simplesmente não podem falhar para com o mundo ao qual foram chamados a servir. Vocês têm de ser o que são. Vocês são o sal e, por isso, têm de conservar a sua salinidade e não podem perder o seu sabor cristão. Vocês são a luz e, por isso, devem deixar que a sua luz brilhe e não devem escondê-la de modo algum, quer seja através do pecado ou da transigência, pela preguiça ou pelo medo.
Esta vocação para assumir a nossa responsabilidade cristã, por causa do que Deus fez de nós e por causa de onde Ele nos colocou, é particularmente relevante aos jovens que se sentem frustrados no mundo moderno. Os problemas da comunidade humana são tão grandes e eles se sentem tão pequenos, tão frágeis, tão ineficientes! "Alienação", um termo popularizado por Marx, é a palavra comumente usada hoje para descrever estes sentimentos de frustração.
Que mensagem temos, então , para essas pessoas que se sentem estranguladas pelo "sistema", esmagadas pela máquina da moderna tecnologia, dominadas pelas forças políticas, sociais e econômicas que as controlam e sobre as quais elas não têm controle? Sentem-se vítimas de uma situação que não têm poder de mudar. O que podemos fazer? É no solo destra frustração que os revolucionários são produzidos, dedicados à violenta subversão do sistema. É exatamente deste mesmo solo que podem brotar os revolucionários de Jesus, igualmente ativistas dedicados, e até mais; mas antes, comprometidos a propagar a sua revolução do amor, da alegria e da paz. E esta revolução pacífica é mais radical do que qualquer programa de violências, por causa dos seus padrões incorruptíveis e porque modifica as pessoas e as estruturas. Perdemos a nossa confiança no poder do evangelho de Cristo? Então, ouçam Lutero: "Com a simples Palavra de Cristo eu posso ser mais desafiador e mais jactancioso do que eles com todo os eu poder, suas espadas e suas armas."
Portanto, apesar de tudo, não somos indefesos e impotentes! Temos Jesus Cristo, o seu evangelho, seus ideais e o seu poder. E Jesus Cristo é todo o sal e toda a luz de que este mundo tenebroso e arruinado precisa. Mas precisamos ter o sal em nós mesmos, e devemos deixar que a nossa luz brilhe.
continua...
Retirado do Livro : A Mensagem do Sermão do Monte
John Stott - ABU editora - Pág.: 54 a 56

sábado, 18 de setembro de 2010

A LUZ DO MUNDO

Jesus apresentou a sua segunda metáfora com uma afirmação semelhante: vós sois a luz do mundo. É verdade, mais tarde Ele diria: "Eu sou a luz do mundo." Mas, por derivação, nós também o somos, pois brilhamos com a luz de Cristo no mundo, como estrelas no céu à noite. Às vezes, fico imaginando como seria esplêndido se os não-cristãos, curiosos por descobrir o segredo e a fonte de nossa luz, viessem a nós e nos indagassem sobre isso.
Jesus esclarece que essa luz são as nossas "boas obras". Que os homens vejam as vossas boas obras, disse, e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus, pois é através dessas boas obras que a nossa luz tem de brilhar. Parece que "boas obras" é uma expressão generalizada, que abrange tudo o que o cristão diz e faz porque é cristão, toda e qualquer manifestação externa e visível de sua fé cristã. considerando que a luz é um símbolo bíblico comum da verdade, a luz do cristão deve certamente incluir o seu testemunho verbal. Assim, a profecia do Velho Testamento de que o Servo de Deus seria uma "luz para os gentios", cumpriu-se não só no próprio Cristo, a luz do mundo, mas também nos cristãos que dão testemunho de Cristo. A evangelização deve ser considerada como uma das "boas obras" pelas quais a nossa luz brilha e o nosso Pai é glorificado.
Lutero tinha razão quando enfatizava isto, mas errou (na minha opinião) ao fazer disto referência exclusiva: "Mateus não tem em mente as obras comuns que as pessoas deveriam fazer umas pelas outras por causa do amor... Antes, ele estava pensando principalmente na obra que distingue o cristão quando ensina corretamente, quando dá ênfase à fé e quando mostra como fortalecê-la e preservá-la; é assim que testemunhamos de que realmente somos cristãos." Ele prossegue em seu comentário traçando um contraste entre as primeiras e as últimas tábuas do décalogo, isto é, os dez mandamentos que expressam o nosso dever para com Deus e o nosso próximo. "As obras que agora comentamos tratam dos três primeiros grandes mandamentos, que se referem à honra, ao nome e à Palavra de Deus." É bom lembrar-se de que crer, confessar e ensinar a verdade também fazem parte das "boas obras" que evidenciam a nossa regeneração pelo Espírito Santo. Contudo, não devemos nos limitar a isto. "Boas obras", são obras também do amor, além da fé. Elas expressam não só a nossa lealdade a Deus, mas também o nosso interesse pelos nossos semelhantes. Na verdade, o significado primário de "obras" tem de ser atos práticos e visíveis gerados pela compaixão. Quando os homens vêem tais obras, disse Jesus, glorificam a Deus, pois elas encarnam as boas novas do seu amor que nós proclamamos. Sem elas, o nosso evangelho perde a sua credibilidade; e Deus, a sua honra.
Assim como acontece com o sal, também a afirmação referente à luz foi seguida de uma condição: Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens. Se o sal pode perder a sua salinidade, a luz em nós pode transformar-se em trevas. Mas nós temos de permitir que a luz de Cristo dentro de nós brilhe para fora, a fim de que as pessoas a vejam. Não devemos ser como uma cidade ou vila aninhada em um vale, cujas luzes ficam ocultas, mas sim como uma cidade edificada sobre um monte, que não se pode esconder e cujas luzes são claramente visíveis a quilômetros de distância. E mais, devemos ser como uma lâmpada acesa, como João Batista, "que ardia e alumiava", colocada no velador, numa posição de destaque na casa a fim de iluminar a todos que se encontram na casa, e não ficando "debaixo da gamela" ou "debaixo do balde", onde não produz bem algum.
Isto é, na qualidade de discípulos de Jesus, não devemos esconder a verdade que conhecemos ou a verdade do que somos. Não devemos fingir que somos diferentes, mas devemos desejar que o nosso Cristianismo seja visível a todos. "Refugiar-se no invisível é uma negação do chamado. Uma comunidade de Jesus que procura esconder-se deixou de seguí-lo." Antes, nós devemos ser cristãos autênticos, vivendo abertamente a vida descrita nas bem-aventuranças, sem nos envergonhar de Cristo. Então as pessoas nos verão, e verão as nossas boas obras e, assim, glorificarão a Deus, pois reconhecerão inevitavelmente que é pela graça de Deus que somos assim, que a nossa luz é a luz Dele, e que as nossas obras são obras Dele feitas em nós e através de nós. Desse modo, louvarão a luz, e não a lâmpada que a transmite, glorificarão a nosso Pai que está nos céus, e não aos filhos que ele gerou e que têm traços da sua família. Até mesmo aqueles que nos injuriam não poderão deixar de glorificar a Deus por causa da própria justiça pela qual eles nos perseguem (vs. 10-12).
Texto retirado do Livro: A mensagem do Sermão do Monte
John Stott - ABU editora - Págs.: 52 a 54

VÍDEO CULTO CARISMÁTICO - nunca desista do outro.

Amados, este vídeo foi gravado durante a Ministração do Culto Carismático do dia 15 de Setembro de 2010, pelo Irmão Pedro Antônio; ele ministrou sobre o Evangelho de Marcos, Capítulo 02 do versículo 01 ao 12.

Culto Carismático 15 de setembro from episcopal carismatica on Vimeo.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

ÁUDIO CULTO CARISMÁTICO - Nunca desista do outro.

Amados, este áudio foi gravado durante a Ministração do Culto Carismático do dia 15 de Setembro de 2010, pelo Irmão Pedro Antônio; ele ministrou sobre o Evangelho de Marcos, Capítulo 02 do versículo 01 ao 12.


Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/x_FJcI4A/UDIO_CULTO_CARISM_15_DE_SETEMB.html

terça-feira, 14 de setembro de 2010

VÍDEO ESCOLA DOMINICAL

Amados, este vídeo foi gravado durante a Escola Dominical do dia 12 de Setembro de 2010, ministrada pelo Pastor Airton Williams. Neste domingo demos continuidade ao nosso Estudos sobre a Salvação, verificando o ensinamento bíblico sobre o arrependimento salvífico.

Vídeo Escola Dominical from episcopal carismatica on Vimeo.

VÍDEO - O DEUS DESCONHECIDO

Amados Irmãos, este vídeo foi gravado durante o culto do dia 12 de Setembro de 2010, ministrado pelo Irmão Igino Gennari, no Livro de Atos.


SERMÃO 12 DE SETEMBRO from episcopal carismatica on Vimeo.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

ÁUDIO ESCOLA DOMINICAL

Amados Irmãos, este áudio foi gravado no dia 12 de Setembro de 2010, durante a Escola Dominical. Neste domingo demos continuidade ao nosso Estudos sobre a Salvação, verificando o ensinamento bíblico sobre o arrependimento salvífico.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:

http://www.4shared.com/audio/Fw3yKGOd/udio_esc_12_de_setembro.html

O SAL DA TERRA

A afirmação é direta: "Vós sois o sal do mundo". Isto significa que, quando cada comunidade se revela tal como é, o mundo se deteriora como o peixe ou a carne estragada, enquanto que a Igreja pode retardar a sua deterioração.
É claro que Deus estabeleceu outras influências restringentes na comunidade. Em sua graça comum, Ele mesmo estabeleceu certas instituições, que controlam as tendências egoístas do homem e evitam que a sociedade acabe na anarquia. A principal delas é o Estado (com a sua autoridade de estruturar e executar leis) e o lar (incluindo o casamento e a vida em família). Estes exercem uma influência sadia sobre a comunidade. Não obstante, Deus planejou que a mais poderosa coibição de todas, dentro da sociedade pecadora, fosse o seu próprio povo redimido, regenerado e justificado. Como R. V. G. Tasker o explicou, os discípulos são "chamados a ser um purificador moral em um mundo onde os padrões morais são baixos, instáveis, ou mesmo inexistentes".
A eficácia do sal, entretanto, é condicional: tem de conservar a sua salinidade. Mas, em termos precisos, o sal nunca pode perder a sua salinidade. Entendo que o cloreto de sódio é um produto químico muito estável, resistente a quase todos os ataques. Não obstante, pode ser contaminado por impurezas, tornando-se, então, inútil e até mesmo perigoso. O sal que perdeu a sua propriedade de salgar não serve nem mesmo para adubo, isto é, fertilizante. O Dr. David Turk me explicou que, naquele tempo, chamava-se de "sal" um pó branco (talvez apanhado à volta do Mar Morto), o qual, embora contivesse cloreto de sódio, também continha muita coisa mais, pois antigamente não existiam refinarias. Nesse pó, o cloreto de sódio era provavelmente o componente mais solúvel e, portanto, o que mais facilmente desaparecia. O resíduo de pó branco ainda parecia ser sal, e sem dúvida era chamado de sal, mas não tinha o seu gosto nem agia como tal. Não passava de pó do chão.
Da mesma forma, o cristão. "Tende sal em vós mesmos", disse Jesus em outra ocasião. A salinidade do cristão é o seu caráter conforme descrito nas bem-aventuranças, é discipulado cristão verdadeiro, visível em atos e palavras. Para ter eficácia, o cristão precisa conservar a sua semelhança com Cristo, assim como o sal deve preservar a sua salinidade. Se os cristãos forem assimilados pelos não-cristãos, deixando-se contaminar pelas impurezas do mundo, perderão a sua capacidade de influenciar. A influência dos cristãos na sociedade e sobre a sociedade depende da sua diferença e não da identidade. O Dr. Lloyd-Jones enfatizou: "A glória do evangelho é que, quando a Igreja é absolutamente diferente do mundo, ela invariavelmente o atrai. É então que o mundo se sente inclinado a ouvir a sua mensagem, embora, talvez no princípio a odeie." Caso contrário, se nós, os cristãos, formos indistinguíveis dos não-cristãos, seremos inúteis. Teremos de ser igualmente jogados fora, como o sal sem salinidade. "lançado fora" e "pisado pelos homens". "Mas que decadência", comenta A.B. Bruce, "De salvadores da sociedade a material de pavimentação de estradas!"



Retirado do Livro: A Mensagem do Sermão do Monte
John Stott - ABU Editora - Pág.: 50 a 52

ÁUDIO - O DEUS DESCONHECIDO

Amados Irmãos, este áudio foi gravado durante o culto do dia 12 de Setembro de 2010, ministrado pelo Irmão Igino Gennari, no Livro de Atos.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/Ol2Arx5U/UDIO_SERMO_12_DE_SETEMBRO.html

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

VÍDEO - ASSIM COMO PERDOAMOS AOS NOSSOS DEVEDORES

Amados irmãos, este VÍDEO foi gravado durante o culto carismático, ministrado no dia 08 de setembro de 2010; neste momento continuamos nosso Estudo sobre o Sermão do Monte, "assim como perdoamos aos nossos devedores." faz parte da Oração do Pai Nosso, que estamos estudando neste momento.

Culto Carismático from episcopal carismatica on Vimeo.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

ÁUDIO - ASSIM COMO PERDOAMOS AOS NOSSOS DEVEDORES

Amados irmãos, este ÁUDIO foi gravado durante o culto carismático, ministrado no dia 08 de setembro de 2010; neste momento continuamos nosso Estudo sobre o Sermão do Monte, "assim como perdoamos aos nossos devedores." faz parte da Oração do Pai Nosso, que estamos estudando neste momento.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/pV72lOs9/udio_08_de_setembro.html

terça-feira, 7 de setembro de 2010

07 DE SETEMBRO


Hoje saímos para um grande passeio, visitamos uma chácara de amigos da irmã Márcia, somos gratos pela maneira que fomos acolhidos por esta família. Foi um dia agradável: churrasco, banho no rio, brincamos e nos divertimos. Um momento agradável, como todos os momentos de comunhão de nossa igreja.
Somos gratos a Deus, que tem proporcionado estes momentos para nós.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

VÍDEO - ESCOLA DOMINICAL

Irmãos, este vídeo foi gravado durante a Escola Dominical do dia 05 de setembro de 2010, ministrada pelo Pastor Airton Williams. Nesta aula continuamos estudando a questão do que é necessário para sermos salvos.

Vídeo esc 05 de setembro from episcopal carismatica on Vimeo.

ÁUDIO - ESCOLA DOMINICAL

Irmãos, este áudio foi gravado durante a Escola Dominical do dia 05 de setembro de 2010, ministrada pelo Pastor Airton Williams. Nesta aula continuamos estudando a questão do que é necessário para sermos salvos.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/QffwQXmv/udio_esc_05_de_setembro.html

VISITANTE ILUSTRE


Irmão Pedro, estava todo prosa, sua irmã Erica nos visita; veio lá de Tabira-PE, é um "presente" pelo aniversário de nosso irmão, dia 09. Moça simpática, que nos conquistou com seu carisma e muito nos alegra com sua passagem por Brasília. Que o Senhor possa estar com ela e levar grandes bençãos para sua casa.

ESCOLA DOMINICAL


Como ovelhas atentas à direção de seu Pastor, estávamos concentrados às palavras de Pastor Airton, durante sua ministração na Escola Dominical deste domingo, 05 de Setembro , onde estamos estudando a Salvação.
Após a Escola Dominical, sempre fazemos um lanchinho, depois , estamos prontos e sedentos de louvar e engrandecer o nome de nosso Senhor e Salvador.

VÍDEO - QUANDO DEUS SE DESAGRADA DO SEU POVO - 6

Amados, este vídeo foi gravado domingo, dia 05 de setembro, ele é continuação da exposição sobre 1Co 10 1-13; sobre as 5 disposições do coração que levaram Deus a desaprovar seu povo no passado e que continuam presentes em nossa geração.

vídeo sermão from episcopal carismatica on Vimeo.

CULTO DE ADORAÇÃO



Pastor Airton, durante a ceia do Senhor, em nosso culto de Louvor e Adoração ao Senhor, no dia 05 de setembro de 2010. Neste culto, mais uma vez Deus falou em nossos corações, através das ministrações do Pastor Airton, este foi o penúltimo sermão sobre a exposição em 1ª Coríntios 10.1 a 13.
O áudio desta ministração já está disponível, ouça, e que Deus possa abençoar a você também, é o clamor desta Igreja.

ÁUDIO - QUANDO DEUS SE DESAGRADA DO SEU POVO - 6

Amados, este áudio foi gravado domingo, dia 05 de setembro, ele é continuação da exposição sobre 1Co 10 1-13; sobre as 5 disposições do coração que levaram Deus a desaprovar seu povo no passado e que continuam presentes em nossa geração.


Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/Z5SJdwqB/udio_culto_05_de_setembro.html

domingo, 5 de setembro de 2010

ABRIRE



Pastor Airton foi conhecer o trabalho realizado no ABRIRE , uma espécie de centro de recuperação de Jovens; lá a igreja, através das irmãs Cleides e Sildete realizam um trabalho levando o evangelho aos internos. Se você deseja, conhecer, participar ou mesmo ajudar, entre em contato conosco, sua ajuda será bem vinda.

O ABRIRE fica em Taguatinga Norte, próximo ao SENAI, as visitas são realizadas nos 3 primeiros sábados de cada mês, na parte da tarde.

Que Deus abençõe a todos!

FÉ INÚTIL

Muitas pessoas gastam mais tempo em examinar as verduras no supermercado do que em avaliar a sua própria fé. Nas páginas seguintes, faremos uma séria averiguação da fé... a sua fé. Retiraremos o lacre da fé enganosa e verificaremos o seu conteúdo. Neste processo, chegaremos ao entendimento da verdadeira fé - que é a resposta aceitável à atividade de Deus. Descobriremos esta alarmente possibilidade: o que pensávamos ser uma conversão autêntica pode ter sido apenas uma sombra, uma ilusão ou apenas uma simples experiência.
Por que eu encorajaria o ceticismo no que se refere à sua fé? A razão talvez seja óbvia demais para ser enunciada: a decepção é a companheira voraz daquilo que é facilmente assegurado. Aqueles que compram a certeza com a moeda da simplicidade, e não se preocupam com a investigação, provalvemente descobrirão muitíssimo tarde que possuem uma imitação barata do que é genuíno. Na metáfora de Jesus, eles poderão ser expulsos da ceia de casamento, por não estarem vestindo roupas adequadas.
O homem ou a mulher que conta apenas com uma experiência para validar seu estado eterno se encontra em uma condição perigosa. Aquele que diz: "Sou cristão, pois fiz a oração do pecador; portanto, todas as dúvidas subsequentes, com certeza, procedem do diabo" não está seguindo um padrão bíblico de pensamento e pode estar vagando precariamente às portas do inferno.
Com frequência, a Bíblia enfatiza que a fé deve ter uma história inicial em cada vida cristã genuína. Em certo momento,, uma pessoa não crê (confia, tem fé - este é o significado da palavra crê, em seu sentido completo); em um momento posterior, essa mesma pessoa é chamada de "crente". Os evangélicos, fundamentados na Bíblia, têm aceito este dogma inquestionável. Mas permita-me fazer uma pergunta perscrutadora: a sua fé é certa ou deficiente?
Pare e considere: Paulo não escreveu as seguintes palavras às pessoas da rua e sim àqueles que professavam ser cristãos, pessoas semelhantes a mim e a você. Paulo alertou:

Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados(2 Coríntios 13.5)

Ao meditar sobre este assunto da salvação pessoal e considerar os valores envolvidos, você e eu não estamos apenas obedecendo a Deus, mas também agindo de acordo com o mais elevado nível de bom senso. Você deseja fazer isto? O mais alarmante é a arriscada posição dos evangelistas contemporâneos em alicerçar a certeza da eternidade em uma experiência emocional única, ou na "oração do pecador" corretamente pronunciada, ou no sentimento de alívio substancial em uma determinada ocasião, sem ao menos levarem em conta o que é evidente agora. A vida eterna é tão insignificante, que constitui uma perda de tempo examinarmos a nós mesmos, a fim de acharmos suas evidências? Nâo existe algo a perdermos? O inferno não está cheio de pessoas que professavam ter experiências religiosas? Não existe perigo algum para você?
Para averiguar as produndezas da sua fé, retire, em qualquer grau que estiver demonstrando, sua confiança na assiduidade à igreja e naquelas poucas conversas piedosas, na companhia de pessoas corretas; e agora veja o que sobrou. Depois de ler o evangelho pela primeira vez, um monge dos tempos antigos afirmou: "ou estas palavras não são o evangelho, ou não somos cristãos!" Na verdade, este não é um problema novo; e pode ser o seu.


Retirado do livro Fé Inútil
Jim Elliff - Editora Fiel - Pág.1 a 3

sábado, 4 de setembro de 2010

VÍDEO - PERDOAI AS NOSSAS DÍVIDAS.

Amados irmãos, este VÍDEO foi gravado durante o culto carismático, ministrado no dia 01 de setembro de 2010; neste momento continuamos nosso Estudo sobre o Sermão do Monte, "Perdo-ai as nossas dívidas." faz parte da Oração do Pai Nosso, que estamos estudando neste momento.

Culto carismatico from episcopal carismatica on Vimeo.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

ÁUDIO - PERDOAI AS NOSSAS DÍVIDAS.

Amados irmãos, este ÁUDIO foi gravado durante o culto carismático, ministrado no dia 01 de setembro de 2010; neste momento continuamos nosso Estudo sobre o Sermão do Monte, "Perdo-ai as nossas dívidas." faz parte da Oração do Pai Nosso, que estamos estudando neste momento.


Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/cyp1Eqgc/UDIO_CULTO_CARISMATICO_01_DE_S.html

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

UM SÍMBOLO DE VITÓRIA

Embora os judeus considerassem a cruz uma coisa vergonhosa, o apóstolo Paulo jactava-se da cruz de Cristo. Em Gálatas 6:14 diz: Mas longe esteja de mim jactar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo.

A palavra grega traduzida como jactar é kauchomai . É traduzida por jactar-se ou gloriar-se de alguma coisa. Paulo simplesmente gloriava-se do símbolo da cruz, que era um sinal de vitória, não de derrota. Em I Coríntios 1:17,18 ele nos diz que Jesus enviou-o a pregar a mensagem da cruz, e que pessoas ficariam em pé ou cairiam conforme a resposta à essa mensagem! E continua a dizer que muitos (como os judeus e TJ) tropeçariam na cruz (devido o significado de vergonha em suas mentes), ao passo que outros considerariam isto loucura (versículos 21-23). Mas para os cristãos significava o poder e a sabedoria de Deus! Por isso ele diz que Deus escolheu deliberadamente as coisas fracas, tolas e desprezadas pelo o mundo para fazer questão que seus filhos pudessem se gloriar naquilo que outros consideravam desprezível!

Paulo diz ao Coríntios que tinha decidido usar a mensagem da cruz de Cristo como ênfase principal( I Coríntios 2:2) mesmo a ponto de evitar argumentos superiores ou outros pontos excelentes. Porque? Por causa da habilidade de Deus de eliminar aqueles com motivos errados ao usar uma mensagem humilde como seu cartão de visita. Ele não quer atrair pessoas ao Cristianismo por dar-lhes esperanças materiais e intelectuais, mas quer alcançar aqueles que percebem o grau de pecado no mundo e que agradecem por Jesus ter morrido pelos pecados deles.

Esta tem sido a mensagem da Igreja através dos séculos- que Jesus morreu na cruz pelos nossos pecados e que está vivo e vive em nós (I Cor . 15:13, Lucas 24:45-47 ). Esta mensagem atrai certas pessoas; a maioria delas sem importância e simples (I Cor. 1:26-29)

Paulo também usa a cruz como um símbolo para a causa do Cristianismo, bem como a morte da velha natureza. Ele fala da cruz em vários contextos. Diz que alguns se tornaram inimigos da cruz (Filip. 3:18). Fala da velha natureza da lei como sendo pregada na cruz (Col.2:14). Apanha o tema de Jesus a respeito da cruz (Mat. 10:38, 16:24; Lucas 9:23; 14:27) e fala a respeito de crucificar a velha personalidade (Gálatas 2:20; 5:24. Paulo considera do começo ao fim a cruz como um sinal de vitória, não de derrota. Ele se gloria na cruz!

Os cristãos não têm medo da cruz e tampouco adoram-na. É antes, um símbolo do maior ato de amor

Do original "Did Jesus die on a Cross" da Free Minds Org.
Tradução de Romilda Galiardi

terça-feira, 31 de agosto de 2010

VÍDEO ESCOLA DOMINICAL

Irmãos, este foi o vídeo gravado no domingo, 29 de agosto de 2010, ministrada pelo Pastor Airton Williams. Continuamos nosso estudo, sobre o que é necessário para sermos salvos.

Escola Dominical from episcopal carismatica on Vimeo.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

ÁUDIO ESCOLA DOMINICAL

Irmãos, este áudio foi gravado durante a Escola Dominical do dia 29 de agosto de 2010, ministrada pelo Pastor Airton Williams. Nesta aula continuamos estudando a questão do que é necessário para sermos salvos.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/qDVvnsXD/udio_esc_29_de_agosto.html

O CONCEITO DE CULTO E DOS SACRAMENTOS DE LUTERO

Ao reformar a vida litúrgica da Igreja, Lutero (como em tantas outras questões) tinha de lutar em duas frentes de combate. Não tinha de combater apenas os abusos romanos mas também o zelo reformador dos entusiastas.
Lutero sustentava que a vida litúrgica da Igreja Romana se deteriorara por causa da negligência na pregação da Palavra, que fora substituída pela missa. Este abuso foi ampliado pelo fato de ser a missa considerada como tendo o efeito de agradar a Deus, ao invés de ser ocasião para comunhão em torno de Palavra e Sacramento.
Lutero pretendia manter a leitura contínua da Escritura nos cultos diários, mas também acreditava que a Palavra devia ser pregada, isto é, interpretada. "Se a Palavra de Deus não é pregada seria melhor que os homens não cantassem ou lessem ou se reunissem", disse Lutero em Sobre a Organização do Culto numa Congregação (1523). A ceia do Senhor deveria ser recebida cada domingo, ou mesmo em outras ocasiões, havendo os que desejassem recebê-la. Mas a missa privada diária do clero foi abolida.
O debate contemporâneo sobre o conceito de culto de Lutero é, em geral, dominado por seus escritos polêmicos sobre o assunto, suas afirmações contra a missa romana. Mas também devemos ressaltar o fato que a Reforma trouxe consigo o reavivamento dos conceitos de culto do Novo Testamento e da Igreja antiga. Isto se evidencia especialmente nas primeiras publicações de Lutero sobre o assunto. No Sermão Sobre o Santíssimo Sacramento (1519), apresentou a idéia da comunidade como motivo básico para o culto. O culto litúrgico é a ocasião em que a comunidade se reúne, quando ocorre intercâmbio mútuo entre Cristo e a congregação, e dos cristãos entre si. Nossos pecados são transferidos a Cristo, e sua justiça nos é outorgada. De modo semelhante compartilhamos as cargas e preocupações de nossos coirmãos e nos comprometemos a carregar nossa cruz, ao mesmo tempo que recebemos ajuda e apoio através de nossa comunhão na comunidade.
Também se deve notar que, apesar de sua crítica violenta ao conceito sacrificial da missa, Lutero de maneira nenhuma rejeitou completamente a idéia que no culto litúrgico uma parte essencial seja o sacrifício. O erro do conceito sacrificial da missa é que o sacrifício perfeito que Cristo ofereceu uma vez por todas foi transformado em sacrifício continuamente oferecido pelo homem. A doutrina é que na missa o sacerdote oferece o sacrifício em lugar de Cristo. Como resultado, a ceia do Senhor chegou a ser considerada realização humana e foi inserida no contexto da justiça das obras. Isto contradiz inteiramente o sentido da ceia do Senhor. Pois a ceia do Senhor não é dádiva que apresentamos a Deus; é dádiva que Deus nos oferece, a saber, o corpo e o sangue de Cristo. Portanto não é sacrifício no sentido sacramental romano do termo.
Mas ao mesmo tempo a ceia do Senhor - e todo outro culto litúrgico pode ser denominado sacrifício, significando que nos entregamos a nós mesmos a Cristo, apresentando nossos corpos como sacrifícios vivos (cf. Rm 12.1). Além disso, o culto litúrgico é sacrifício de oração e ações de graças dadas como nossa resposta à misericórdia de Deus e seus dons da graça. Também pode ser denominado sacrifício no sentido que Cristo, como nosso intercessor no céu, se oferece a Deus em nosso favor. (Tratado sobre o Novo Testamento, 1520).
Durante a estadia de Lutero no Wartburgo em 1521-22 seus seguidores em Witerberga, sob a liderança de Carlstadt, tentaram purificar radicalmente as cerimonias eclesiásticas e todas as ornamentações litúrgicas. A fundamentação para essa atividade foi fornecida pelos assim chamados espiritualistas ou entusiastas, já mencionados anteriormente. Além de Carlstadt, Tomás Münzer era o mais conhecido dos dirigentes desse grupo. Diziam que a fé e o culto deviam ser puramente espirituais, a ponto de não exigirem qualquer ornamentação exterior. Foi este ponto de vista que se encontrava por detrás de seu inconoclasmo e da rejeição de todas as cerimônias. Tudo o que fosse "carnal" deveria ser negado, e isto incluía coisas externas e materiais em geral.
Na opinião de Lutero, no entanto, o carnal não é externo em si, mas antes o que foi maculado pela carne. De modo semelhante, julgava ser espiritual não o oposto do externo, mas o que está impregnado pelo espírito de Deus. Quando se permite a ação da Palavra de Deus, então cerimônias e imagens também podem ser consagradas à edificação da comunidade. O erro dos entusiastas foi que procuraram alcançar seus objetivos destruindo imagens, enquanto punham de lado e ignoravam a Palavra.
Os sacramentos: em seu livro Sobre o Cativeiro Babilônico da Igreja (1520), Lutero rompeu com o sistema sacramental da Igreja Romana. Dos sete sacramentos tradicionhais, Lutero reteve apenas dois como sendo sacramentos genuínos, o batismo e a ceia do Senhor. (De início Lutero também considerava a penitência como sacramento.) em sua estimativa, apenas estes são sinais instituídos por Deus que acompanham a promessa da graça. O que há de fundamental num sacramento é a palavra da promessa unida ao sinal. Lutero rejeitou a idéia que o sacramento é a palavra da promessa unida ao sinal. Lutero rejeitou a idéia que o sacramento é eficaz por si mesmo (o conceito ex opere operato). O que é eficaz nos sacramentos é a Palavra divina, e não a ação humana como tal. Com isto, toda a base do culto sacramental romano, inclusive sua reserva da hóstia, as missas pelos mortos e outras missas privadas foram postas de lado.
O batismo expressa a participação do crente na morte e ressureição de Cristo. O cristão deve morrer diariamente para o pecado, a fim de que o novo homem possa ressurgir. Os fatores essenciais do batismo são água e a Palavra, usadas em conjunto. Ao mesmo tempo que rejeitou o conceito escolástico (tomista) da existência de um poder inerente na água, Lutero também criticou energicamente os entusiastas, que desprezavam o sinal externo. Não é a água em si que possui tão grande efeito, mas a água unida à Palavra . Mas visto ser o próprio Deus quem instituiu o sinal do sacramento, a ação externa é obra de Deus e não de homem. O batismo celebrado por um pastor indigno também é válido. Nem tampouco depende o efeito do sacramento da presença da fé naquele que é batizado. Os que recebem o batismo sem ter fé não precisam ser batizados novamente quando chegarem a crer. Como resultado disso, Lutero não considerou questão importante se é possível dizer que a criança batizada tem fé. Aceitou a resposta mais tradicional, que a fé dos padrinhos toma o lugar da fé da criança, mas em outras ocasiões expressou a opinião que também temos de pressupor a existência da fé na criança como efeito da Palavra divina. Em oposição aos entusiastas (e anabatistas) que insistiam no batismo de adultos, Lutero aceitou , manteve e justificou o batismo infantil afirmando que a salvação obtida por Cristo também diz respeito às crianças.
Lutero, e a ceia do Senhor. Em seu livro Sobre o Cativeiro Babilônico da Igreja, Lutero atacou a doutrina católica romana da ceia do Senhor nos três pontos seguintes:
(1) a recusa do cálice aos leigos. Isto é contrário à instituição de Cristo e se baseia em certas especulações insustentáveis sobre o que se encontra em cada um dos elementos, a saber, que tanto o corpo como o sangue se encontram tanto no pão como no vinho.
(2) a doutrina da transubstanciação, a idéia que o pão e o vinho são alterados, que perdem sua substância natural. Essa teoria não tem apoio na Escritura. Não há motivo para supor que o pão deixe de ser o que é por natureza, a saber, pão.
(3) O sacrificio da missa, pelo qual a missa é transformada em obra humana e em parte profanada, tornando-se mero negócio (Geschäft). A ceia do Senhor não é feito realizado por homens para conseguirem expiação junto a Deus.
Lutero explicou o significado da ceia do Senhor com base no relato bíblico de sua instituição. É o testemunho de Cristo a seus discípulos, em que seu dom da graça, o perdão dos pecados, é concedido. No batismo os fatores essenciais são a água e a Palavra unida a ela. Na ceia do Senhor, igualmente, os fatores essenciais são o recebimento físico dos elementos e as palavras de promessa associadas: "dado e derramado por vós para a remissão dos pecados". A ceia do Senhor é sacramento apenas por causa da presença da Palavra. Aqui se aplica a afirmação de Santo Agostinho: "Acrescente-se a Palavra ao elemento e se obterá um sacramento" (accedit verbum ad elementum et fit sacramentum). As implicações mágicas da doutrina da transubstanciação são desta maneira evitadas.
Embora Lutero rejeitasse a transubstanciação, manteve a doutrina da presença real no sacramento do altar. O pão e o vinho, pelo poder da Palavra e da instituição divina, são o verdadeiro corpo e sangue de Cristo, dados sob a forma de pão e vinho. em anos anteriores alguns dos nominalistas, entre eles Pedro d'Ally, expressaram idéias que Lutero poderia aceitar (a assim chamada doutrina da consubstanciação). Diziam, por exemplo, que na ceia do Senhor são distribuídos pão e vinho reais, mas que o corpo e o sangue de Cristo também são dados em, com e sob os elementos externos - como se evidencia na interpretação mais simples das palavras da instituição. Como isto acontece é completamente incompreensível à razão. O conceito de Lutero da presença real desenvolveu-se, acima de tudo na controvérsia sacramental da década de 1520. Os adversários de Lutero foram em parte os entusiastas, liderados por Carlstadt, e em parte Zwínglio e seus discípulos Oecolampádio e Bucer.
Em seu escrito Contra os Profetas Celestiais (1525) , Lutero atacou Carlstadt e seu conceito da ceia do Senhor, Posteriormente, Zwinglio entrou na contrvérsia e publicou sua Amica exegesis, que foi dirigida especificamente contra Lutero (1527). Vários tratados menores foram escritos de ambos os lados, e então Lutero, em sua minuciosa exposição: Confissão no tocante à Ceia do Senhor (1528), deu sua resposta final ao ataque dos adversários. No ano seguinte Lutero, Zwínglio e alguns outros teólogos se reuniram em Marburgo e discutiram esta questão, bem como outras. Havia esperança de que se pudesse chegar a um acordo com respeito à ceia do Senhor e que os reformadores alemães e suíços assim pudessem unir-se. Houve concordância em muitos pontos em Marburgo, mas a questão da presença física na ceia do Senhor foi posta de lado intencionalmente, visto os participantes não conseguirem concordar quanto a ela. O sonho de uma "união de todos os protestantes", deste modo, reduziu-se a nada. A assim chamada Concórdia de Witenberga de 1536 serviu de base para uma união externa por breve período de tempo. Nessa declaração dominava o ponto de vista de Lutero que triunfou na Alemanha.
Carlstadt e Zwínglio representavam o conceito espiritualista ou simbólico da ceia do Senhor. Diziam que os elementos externos são apenas símbolos das realidades celestes, puramente espirituais, às quais a fé é dirigida. Não podemos portanto, falar de presença material ou física, mas apenas de ãção simbólica, em cuja celebração a comunhão com o Cristo celestial é o fator decisivo. Zwínglio interpretou o est da fórmula da instituição como significat: "isto significa meu corpo e sangue". Lutero examinou o apoio exegético para esta interpretação, e asseverou que a palavra est deve manter seu sentido direto e simples, mesmo que a razão se ofenda com isto. Assim como a afirmação se encontra na Escritura, indica que o corpo e o sangue de Cristo estão presentes no sacramento não em sentido figurado mas como realidade, em sua essência. Lutero tinha um pouco mais de respeito pela interpretação de Oecolampádio, que dizia que a palavra "corpo" devia ser interpretada figurativamente, e não o est. As palavras da instituição eram, pois, assim interpretadas: "isto é um símbolo do meu corpo" (figura corporis mei). Mas também esta interpretação foi rejeitada por Lutero.
Esta controvérsia não foi mera questiúncula em torno de palavras. Os pontos de vista subjacentes eram diametralmente opostos, de princípio a fim . Zwínglio partia do dualismo básico entre o espiritual e o físico. A fé, dizia, só pode ser dirigida à natureza divina de Cristo. Portanto, não pode ter nada a ver com os elementos terrenos ou com o corpo e o sangue de Cristo. Citava, nesta conexão, as palavras de João 6.63: " A carne para nada aproveita." O fator mais importante na ceia do Senhor, portanto, é a participação da fé nos dons celestiais, não o comer físico. Zwínglio procurou expressar isto em sua interpretação simbólica, como indicado acima. Além disso, dizia serem as palavras "corpo e sangue de Cristo" (neste contexto) uma alloeosis, isto é, uma figura retórica cujo significado é referir-se na realidade à natureza divina o que se diz sobre a natureza humana.
Lutero, por seu turno, combinava de maneira mais íntima possível a Palavra (à qual a fé é dirigida) com os elementos externos que são recebidos na ceia do Senhor. Pertencem jutnos em virtude do poder das palavras da instituição. Como resultado, a Palavra e o comer físico são, tomados juntos, os fatores essenciais da ceia do Senhor. A presença de Cristo não está condicionada pela fé. Mesmo os descrentes que participam da ceia do Senhor recebem os dons sacramentais - não como bênçãos, naturalmente, mas como juízo. É certamente verdade que o perdão dos pecados só vem pela fé, mas o "comer" o corpo e o "beber" o sangue de Cristo não acontecem "espiritualmente", mas de modo físico (oralis, com a boca). Ao mesmo tempo, o corpo e o sangue de Cristo no sacramento não são algo físico mas algo espiritual. Lutero, desta maneira, rompeu com o dualismo filosófico entre espírito e matéria que se achava por detrás da concepção espiritualista.
Em oposição à alloeosis de Zwínglio, Lutero defendeu a genuína communicatio idiomatum. Isto significa que as qualidades das naturezas divina e humana são comunicadas de uma natureza à outra e que permeiam uma à outra em virtude da união pessoal de Cristo. A expressão "corpo e sangue de Cristo" refere-se à humanidade de Cristo. Mas devido à união que existe entre suas naturezas divina e humana, a natureza humana participa das qualidades da natureza divina e deve relacionar-se intimamente com elas. A fé, portanto, dirige-se ao homem Cristo, e recebe seu corpo e sangue na ceia do Senhor, que são ao mesmo tempo, o corpo e o sangue do Filho de Deus. Este receber tem lugar através do comer físico, e não é simplesmente resultado da comunhão da fé na esfera espiritual.
A idéia da comunicação dos atributos também contribui para elucidar melhor a questão da presença real. Lutero procurou explicar esta idéia ( o tanto quanto pode ser explicada) referindo-se à assim chamada doutrina da ubiquidade: Cristo está presente em toda parte como Deus. E sua natureza humana também participa dessa qualidade. Por causa disto, Cristo também pode estar presente como homem no pão e no vinho dados no sacramento do altar. As origens desta doutrina da ubiquidade remontam ao nominalismo, e subsequentemente a teologia luterana retomou a idéia da ubiquidade da natureza humana, especialmente para distinguir seu próprio conceito da ceia do Senhor do conceito da tradição reformada.
Retirado do Livro: História da Teologia
Bengt Häglund - Concórdia editora - Págs.: 202 a 207

VÍDEO - QUANDO DEUS SE DESAGRADA DO SEU POVO - 5

Amados, este vídeo foi gravado domingo, dia 29 de agosto, ele é continuação da exposição sobre 1Co 10 1-13; sobre as 5 disposições do coração que levaram Deus a desaprovar seu povo no passado e que continuam presentes em nossa geração.

vídeo sermão 29 de agosto from episcopal carismatica on Vimeo.

ÁUDIO - QUANDO DEUS SE DESAGRADA DO SEU POVO - 5

Amados, este áudio foi gravado domingo, dia 29 de agosto, ele é continuação da exposição sobre 1Co 10 1-13; sobre as 5 disposições do coração que levaram Deus a desaprovar seu povo no passado e que continuam presentes em nossa geração.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/uYkuysHG/UDIO_SERMAO_29_DE_AGOSTO.html

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

VÍDEO - O PÃO NOSSO DE CADA DIA, DAI-NOS HOJE.

Amados irmãos, este vídeo foi gravado durante o culto carismático, ministrado no dia 25 de agosto de 2010; neste momento continuamos nosso Estudo sobre o Sermão do Monte, "O pão nosso de cada dia, dai-nos hoje." faz parte da Oração do Pai Nosso, que estamos estudando neste momento.

Culto Carismático 25 de agosto from episcopal carismatica on Vimeo.

ÁUDIO - O PÃO NOSSO DE CADA DIA , DAI-NOS HOJE.

Amados irmãos, este áudio foi gravado durante o culto carismático, ministrado no dia 25 de agosto de 2010; neste momento continuamos nosso Estudo sobre o Sermão do Monte, "O pão nosso de cada dia, dai-nos hoje." faz parte da Oração do Pai Nosso, que estamos estudando neste momento.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/uibUaJQQ/udio_culto_carismtico_25_de_ag.html

PROBLEMA TÉCNICO

Amados irmãos, nesta semana , infelizmente, não postaremos os áudios e vídeos gravados durante o Culto e a Escola Dominical de domingo, dia 22 de agosto. Em função de um problema com as fitas não foi possível postá-los. Pedimos desculpas e em breve voltaremos com nossas postagens normais.

Obrigado e que Deus abençõe a todos.

domingo, 22 de agosto de 2010

LEI E EVANGELHO; PENITÊNCIA EVANGÉLICA

De acordo com uma das mais conhecidas expressões de Lutero, a divisão adequada de lei e evangelho é a arte mais elevada do cristão. Pode-se, com bom fundamento, fazer referência à dialética que Lutero tinha ai em mente como sendo fundamental para toda a sua teologia.
É possível obter-se a impressão, das muitas declarações significativas feitas, que lei e evangelho são duas categorias distintas e que na vida do cristão a ordem ou categoria da lei deve ser substituída pela ordem do evangelho. Lutero, entretanto, opunha-se tenazmente a essa interpretação (como ele fez ver claramente em seu conflito com os antinomistas, por exemplo). Pois assim como a lei nunca alcança seu cumprimento sem o evangelho, assim também o evangelho deve ser pregado juntamente com a lei; a lei serve de contexto. Sem a lei, perder-se-ia o sentido do evangelho. Como se poderia proclamar o perdão dos pecados sem a lei, que revela o pecado e condena o homem, também o impele a buscar a ajuda de Cristo (cf. Rm 3.20; Gl 3.19, 24). Assim acontece que lei e evangelho se encontram unidos desta maneira; condicionam-se mutuamente. Apesar disso é necessário (como já foi dito) claramente distinguir um do outro.
A lei nos diz o que devemos fazer, por causa do temor da punição. O evangelho, por seu turno, promete e proporciona o perdão dos pecados. Assim como é preciso diferenciar entre a justiça que é aceitável perante os homens e a que é aceitável perante Deus, assim, também se deve distinguir entre a pregação da lei e a do evangelho. Uma das tarefas da lei inclui toda a ordem e atividade públicas nos diferentes momentos da vida. Lutero denominou este o uso civil da lei (usus legis civilis). Mas quando se trata da relação do homem para com Deus - sua justiça num sentido mais elevado - a tarefa da lei é completamente diversa. A lei não pode produzir uma boa obra siquer e o homem é por ela encaminhado à palavra do evangelho, que lhe oferece o perdão dos pecados por causa de Cristo. Neste contexto, a função da lei é simplesmente a de revelar o pecado e tornar real a ameça da ira - a ira sob a qual o homem se encontra por causa de sua natureza pecaminosa. Lutero denominou isto o uso teológico ou espiritual da lei (usus theologicus seu spiritualis).
Lei e evangelho caracterizam duas espécies de pregação, que agem simultaneamente: a lei acusa e julga, enquanto o evangelho sucita a fé no coração e assim soergue o homem e o recria para que possa principiar a amar a Deus e a seu próximo - isto é, para que possa viver dentro do estado de espírito que o mandamento do amor exige.
Foi a obediência à lei e evangelho que produziu a forma evangélica de penitência. Na teologia de Lutero, essa forma gradualmente substituiu o sistema institucional de penitência desenvolvido na Idade Média, cujo abuso Lutero atacou já nas Noventa e Cinco Teses de 1517; Alguns dos príncipais aspectos de sua crítica à doutrina romana de penitência se tornarão evidentes no que segue.
O arrependimento no sentido neotestamentário (metánoia) não é simplesmente uma ação penitencial temporária, assim como no sistema católico romano; é, antes, uma conversão que dura a vida inteira, sendo acompanhada pela morte do velho homem e pela participação substitutiva de Cristo. Esta descoberta fundamental, já encontrada nas Noventa e Cinco Teses (cf., por exemplo , a Tese 1). gradualmente trouxe consigo uma transformação radical de toda a doutrina da penitência.
A espécie correta de contrição não é a que se ocupa apenas com ofensas isoladas, mas se encontra, em lugar disso, no coração quebrantado pela lei, quando revela que todos os homens se encontram sob a madição do pecado. Como resultado, a contrição não é atividade meritória, mas a aceitação passiva da acusação da lei, que pressupõe fé no juizo que a palavra de Deus pronuncia sobre os homens pecadores.
Como consequência disso, a confissão dos pecados é algo completamente distinto da recitação no confessionário, de todas as faltas que se cometeu, o que é exigência impossível de ser cumprida. Mas , além disso, o pecado não consiste de ofensas isoladas; é a corrupção de toda a natureza humana, que só se reconhece quando a plavra de Deus é proclamada. Ao mesmo tempo, no entanto, Lutero continuou a ressaltar a grande utilidade da confissão privada. Mas recusou-se a crer que dar a absolvição fosse privilégio sacerdotal. Considerava-o serviço fraternal que cada cristão tem o direito de prestar no esforço de fortalecer e confortar a consciência do penitente.
O perdão dos pecados não depende do mérito da contrição, e também não se deve fazê-lo depender da satisfação; é concedido ao fiel exclusivamente por causa da misericórdia de Cristo. A verdadeira "satisfação" encontra-se no sofrimento e na morte de Cristo, enquanto a exigência de fazer satisfação é contrária ao evangelho, como também o é o sistema de indulgências.
Nesta nova interpretação, o arrependimento não pode mais ser designado ação meritória. É, antes, o fruto da pregação de lei e evangelho. O juizo da ira realiza sua tarefa através da lei, acusando a consciência e mostrando ao homem que tudo nele é pecaminoso. A Palavra do perdão é proclamada pelo evangelho, que desperta a fé na miserícórdia e graça de Deus e transforma o homem de tal maneira que recebe nova mentalidade e o faz voltar seus olhos de si mesmo ao que Cristo é e faz. Entendido desta maneira, o arrependimento abrange a vida toda do cristão e descreve o que acontece quando a lei e o evangelho exercem sua influência e é produzida a justificação pela fé.

Texto retirado do livro: História da Teologia
Bengt Häglund - Concórdia Editora - Pág.: 189 a 191

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

FILME E PIZZA


Amanhã, 21 de agosto, nos reuniremos na igreja a partir das 20h. Se você deseja, venha se divertir conosco, vamos assistir ao filme O MENINO DO PIJAMA LISTRADO. Será mais um momento de diversão, um momento para exercitarmos a koinonia de nossa igreja. Nosso grupo está fechado, na Palavra de Deus , mas com o coração aberto para receber você. Venha!

VÍDEO - ...ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU

Amados irmãos, este vídeo foi gravado durante o culto carismático, ministrado no dia 18 de agosto de 2010; neste momento continuamos nosso Estudo sobre o Sermão do Monte, "assim na terra como no céu" faz parte da Oração do Pai Nosso, que estamos estudando neste momento.

VÍDEO CULTO CARISMÁTICO from episcopal carismatica on Vimeo.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

ÁUDIO - ...ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU.

Amados irmãos, este áudio foi gravado durante o culto carismático, ministrado no dia 18 de agosto de 2010; neste momento continuamos nosso Estudo sobre o Sermão do Monte, "assim na terra como no céu" faz parte da Oração do Pai Nosso, que estamos estudando neste momento.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/thPzhyQ8/UDIO_CULTO_CARISM_18_DE_AGOSTO.html

terça-feira, 17 de agosto de 2010

VÍDEO - QUANDO DEUS SE DESAGRADA DO SEU POVO - 3

Amados, este vídeo foi gravado domingo, dia 15 de agosto, ele é continuação da exposição sobre 1Co 10 1-13; sobre as 5 disposições do coração que levaram Deus a desaprovar seu povo no passado e que continuam presentes em nossa geração.

Sermão 15 de agosto from episcopal carismatica on Vimeo.

ÁUDIO - QUANDO DEUS SE DESAGRADA DO SEU POVO - 3

Amados, este áudio foi gravado domingo, dia 15 de agosto, ele é continuação da exposição sobre 1Co 10 1-13; sobre as 5 disposições do coração que levaram Deus a desaprovar seu povo no passado e que continuam presentes em nossa geração.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu ocmputador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/gZgc7rMz/udio_sermo_15_de_agosto.html

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

VÍDEO - SEJA FEITA A SUA VONTADE

Amados, este vídeo foi gravado durante o culto carismático, ministrado no dia 11 de agosto de 2010; neste momento continuamos nosso Estudo sobre o Sermão do Monte, "seja feita a sua vontade" faz parte da Oração do Pai Nosso, que estamos estudando neste momento.

Culto carismático 11 de agosto from episcopal carismatica on Vimeo.

ÁUDIO - SEJA FEITA A SUA VONTADE

Amados, este áudio foi gravado durante o culto carismático, ministrado no dia 11 de agosto de 2010; neste momento continuamos nosso Estudo sobre o Sermão do Monte, "seja feita a sua vontade" faz parte da Oração do Pai Nosso, que estamos estudando neste momento.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/sbOa_2OQ/udio_culto_carismtico_11_de_ag.html

terça-feira, 10 de agosto de 2010

VÍDEO - QUANDO DEUS SE DESAGRADA DO SEU POVO - 2

Amados, este vídeo foi gravado domingo, dia 08 de agosto, ele é continuação da exposição sobre 1Co 1-13; sobre as 5 disposições do coração que levaram Deus a desaprovar seu povo no passado e que continuam presentes em nossa geração.

vídeo sermão 08 de agosto from episcopal carismatica on Vimeo.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

ÁUDIO - QUANDO DEUS SE DESAGRADA DO SEU POVO - 2

Amados, este áudio foi gravado durante o culto do dia 08 de agosto de 2010, Sermão ministrado pelo Pastor Airton Williams. Nele , Pastor Airton continua a exposição em 1Co 1-13, sobre as 5 disposições do coração que levaram Deus a desaprovar o seu povo no passado e que continuam presentes em nossa geração.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/H-DuuuW_/udio_sermo_08_de_agosto.html

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

VÍDEO - VENHA O TEU REINO

Amados, este vídeo foi gravado durante o culto carismático do dia 04 de agosto de 2010, ministrado pelo Pastor Airton Williams, continuamos o nosso estudo sobre o Sermão do Monte; "Venha o teu reino", é parte da oração do Pai Nosso, que estamos estudando neste momento.

Vídeo culto carismático from episcopal carismatica on Vimeo.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

ÁUDIO - VENHA O TEU REINO

Amados, este áudio foi gravado durante o culto carismático do dia 04 de agosto de 2010, ministrado pelo Pastor Airton Williams, continuamos o nosso estudo sobre o Sermão do Monte; "Venha o teu reino", é parte da oração do Pai Nosso, que estamos estudando neste momento.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/kF-c1Vo4/udio_culto_carismtico_05_de_ag.html

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

VÍDEO ESCOLA DOMINICAL

Irmãos, este vídeo dá continuidade ao nosso estudo, onde no momento, nosso foco é a salvação. Foi gravado durante a Escola Dominical do dia 01 de agosto de 2010, ministrada pelo Pastor Airton Williams. Que a Palavra estudada possa alcançar a sua vida, e que Deus o abençõe.


Esc Dominical 01 de agosto from episcopal carismatica on Vimeo.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

ÁUDIO ESCOLA DOMINICAL

Amados, este áudio foi gravado durante a Escola Dominical do dia 01 de agosto de 2010, ministrada pelo Pastor Airton Williams; continuamos discutindo sobre a Salvação.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/0EyQoyA-/udio_esc_01_de_agosto.html

VÍDEO SERMÃO

Amados, este vídeo foi gravado durante o culto ministrado no dia 01 de agosto de 2010, pelo Pastor Airton Williams. Nesta mensagem nosso pastor começa uma exposição em 1Co 10.1-13 sobre as 5 disposições de coração que levaram Deus a desaprovar o seu povo no passado e que continuam presentes em nossa geração.


Vídeo Sermão 01 de agosto from episcopal carismatica on Vimeo.

UM CONSELHO

Em último lugar, permita-me dar um conselho a todos quantos desejam ser santos. Você quer ser santo? Você quer se tornar uma nova criatura? Então terá de começar com Cristo. Você simplesmente não conseguirá fazer coisa alguma e nem obterá qualquer progresso, enquanto não sentir o seu pecado e fraquezas, e não fugir para Ele. Ele é a raiz e o começo de toda a santidade; a maneira de alguém se tornar santo é vir a Ele, mediante a fé, unindo-se a Ele. Para os crentes, Cristo não é apenas sabedoria e justiça, mas é também a santificação deles. Algumas vezes, os homens procuram se tornar santos por seus próprios esforços. E quão triste é o seu papel. Eles labutam e esforçam-se e viram novas páginas do livro de suas vidas, e fazem muitas modificações. No entanto, à semelhança da mulher com hemorragia, antes dela haver apelado para Cristo, fazem tudo sem "nada aproveitar, antes, pelo contrário, indo a pior" (Mc 5.26). Eles correm inutilmente e labutam em vão; e não é de se admirar, porquanto estão começando pelo lado errado. Eles estão tentando erguer uma muralha de areia; e o trabalho deles desmorona tão rapidamente quanto o edificam. Estão baldeando a água de um barco furado e a água entra com maior rapidez do que eles são capazes de esgotá-la. Ninguém pode lançar outro fundamento para a "santidade" além daquele que foi lançado por Paulo, a saber, Cristo Jesus. "Porque sem mim nada podeis fazer" (Jo 15.5). A declaração de traill é severa, mas verdadeira: "A sabedoria fora de Cristo é insensatez que condena; a retidão fora de Cristo é culpa e condenação; a santificação fora de Cristo é imundícia e pecado; a redenção fora de Cristo é servidão e escravatura".
Você deseja alcançar a santidade? Você sente hoje um autêntico desejo de ser santo? Você quer ser participante da natureza divina? Nesse caso, vá a Cristo. Não espere por coisa alguma. Não espere por ninguém. Não procrastine. Não pense primeiramente em preparar-se. Vá a Ele e diga, nas palavras daquele belo hino:
Nada trago a Ti, Senhor; espero só em teu amor;
Todo indigno e imundo sou. Eu, sem Ti, perdido estou!
No teu sangue, ó Salvador, lava um pobre pecador.
Harpa Cristã, n• 47
Nem uma pedra, nem um tijolo é assentado na obra de nossa santificação, enquanto não formos a Cristo. A santidade é seu dom especial a seu povo crente. A santidade é a obra que Ele efetua nos corações dos crentes, através do Espírito que Ele lhes proporciona no íntimo. Cristo foi nomeado para ser "Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados". "Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus"(At 5.31 e Jo 1.12). A santidade não se deriva dos laços de sangue: os pais não podem conferí-la a seus filhos; nem da vontade da carne: o homem não pode produzi-la em si mesmo; nem da vontade do homem: um ministro não pode transmiti-la a outrem por meio do batismo em água. A santidade procede de Cristo. Resulta da comunhão vital com Ele. É o fruto de um ramo vivo da Videira Verdadeira. Por conseguinte, aproxime-se de Cristo e diga-lhe: "Senhor, não somente salva-me da culpa do meu pecado; mas, igualmente, envia-me o teu Espírito que prometeste e liberta-me do poder do pecado. Torna-me santo. Ensina-me a fazer a tua vontade".
Você deseja continuar santo? Nesse caso, permaneça em Jesus Cristo. Cristo mesmo disse: "Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós... Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto" (Jo 15.4,5). Agradou ao Pai que em Cristo habitasse toda a plenitude - um completo suprimento para todas as carências do crente. Ele é o Médico ao qual você deve ir diariamente, se quiser manter saudável sua condição espiritual. Ele é o Maná que você precisa consumir diariamente e também é a Rocha da qual você precisará beber diariamente. O seu braço é o braço no qual você terá de apoiar-se a cada dia, enquanto estiver caminhando pelo deserto deste mundo. Não somente importa que você esteja arraigado nEle, mas você também precisa estar sendo edificado nEle. Paulo era um autêntico homem de Deus, um homem santo, um cristão que crescia e se desenvolvia; mas qual era o segredo de todo o seu progresso? Ele era alguém para quem Cristo era "tudo em todos". Ele nunca desviava a vista para longe de Jesus. Disse ele: "Tudo posso naquele que me fortalece". "Logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no filho de Deus." Portanto, façamos a mesma coisa (Hb 12.2; Fp 4.13; Gl 2.20).
Que todos aqueles que lerem estas páginas venham a conhecer essas realidades por experiência própria e não somente por ouvir dizer. Que todos sintamos a importância da santidade, muito mais do que temos sentido até o presente! Que os nossos dias sejam santos, então, nossa alma será feliz! Se tivermos de continuar vivendo, que vivamos para o Senhor e, se tivermos de morrer, que morramos para o Senhor e, se Ele nos vier buscar, que nos encontre em paz, sem qualquer defeito ou mácula!

Retirado do Livro: Santidade - sem a qual ninguém verá o Senhor
J.C. Ryle - Editora Fiel - Pág.: 83 a 85

CORAL DE SURDOS E MUDOS

Coral de Surdos e Mudos com o elenco de uma série de tv americana . Um vídeo que emociona e mostra que a tv, as vezes, pode fazer coisas boas.

domingo, 1 de agosto de 2010

ÁUDIO DO SERMÃO "QUANDO DEUS SE DESAGRADA DO SEU POVO" - 1Co 10.1-13

Amados, este áudio foi gravado durante o culto ministrado no dia 01 de agosto de 2010, pelo Pastor Airton Williams. Nesta mensagem nosso pastor começa uma exposição em 1Co 10.1-13 sobre as 5 disposições de coração que levaram Deus a desaprovar o seu povo no passado e que continuam presentes em nossa geração.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/ECy-u_pW/udio_sermo_01_agosto.html