CONTRIBUIÇÕES

Amados irmãos e irmãs, a paz de Cristo. Se for da sua vontade, e direção do Senhor em sua vida, contribuir com este ministério, mantemos a conta abaixo para contribuições à nossa igreja. Antecipadamente, agradecemos a todos pelo carinho e amor, e rogamos as ricas bênçãos do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo sobre vós. Um forte abraço. Pr. Airton Williams -Banco Sicoob (756) , Agência 4332, Conta 4428-8 - CNPJ 33.413.053/0001-93 em nome da Igreja Cristã de Confissão Reformada. Quaisquer dúvidas, peço a gentileza de que entrem em contato: iccreformada@gmail.com

quinta-feira, 29 de julho de 2010

VÍDEO CULTO CARISMÁTICO

Amados, este vídeo foi gravado durante o Culto Carismático, ministrado pelo Pastor Airton Williams, no dia 28 de Julho de 2010.


VÍDEO CULTO CARISMÁTICO from episcopal carismatica on Vimeo.

ÁUDIO CULTO CARISMÁTICO

Amados, o áudio abaixo foi gravado durante o Culto Carismático ministrado pelo Pastor Airton Williams, no dia 28 de julho de 2010. Neste culto, Pr Airton dá continuidade a nosso estudo sobre o Sermão do Monte, ministrando sobre a importância da oração do Pai Nosso. Não perca a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a Palavra de Deus.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/T31NXbCx/udio_culto_carismtico_28_de_ju.html

ASPECTOS MAIS IMPORTANTES DA TEOLOGIA DE LUTERO

A DOUTRINA DA GRAÇA E A PREDESTINAÇÃO


Lutero entendeu o conceito de graça no seu sentido literal. Para ele significava o favor de Deus ou amor de Deus ativo em benefício da salvação do homem. Diversamente dos escolásticos, não concebia a graça como qualidade infusa que elevava a bondade natural do homem a um nível sobrenatural e facilitava a prática das virtudes. O homem nada mais é que pecado, e inimizade contra Deus. Por causa disto, a salvação é inteiramente obra da graça. Não é realizada simplesmente porque alguns poderes da graça ficam à disposição do homem; é porque o próprio Deus que o faz, opera diretamente através de seu Espírito. Na teologia de Lutero, a graça não é delineada em primeiro lugar no contexto da ausência da bondade natural, mas da ira de Deus, que condena o homem por causa do pecado. A única base da salvação é o segredo da expiação revelada no evangelho de Cristo. A vontade divina da graça é combinada com a onipotência de Deus e é portanto a única fonte da fé que aceita as promessas de Deus - como acontece com todo o bem que se encontra no homem.
A relação entre a graça e a onipotência de Deus forneceu a base para o conceito de predestinação de Lutero, que foi amplamente proposto em seu livro De Servo arbítrio. O homem não está livre e é totalmente incapaz de contribuir para sua própria salvação; Deus, por seu turno, é aquele que faz tudo em tudo, e com inalterável força impele tudo o que acontece, tanto o bem como o mal. Lutero chega a a dizer que Deus é a fonte do mal? Sim, encarando-se o problema de certo ponto de vista, pois nada ocorre sem sua vontade e sem sua cooperação ativa. Ele é a força ativa e propulsora em todas as coisas. Mas o fato que o mal acontece não depende de Deus e sim da cooperação de instrumentos pecaminosos. Para ilustrar este ponto, Lutero citava o caso do carpinteiro que tinha de trabalhar com um machado de má qualidade; os resultados eram insatisfatórios, embora ele fosse um bom carpinteiro. O problema mais difícil surge quando essa idéia da onipotência de Deus é associada à doutrina da graça.
Se a resposta à questão da salvação ou condenação do homem reside no poder e decreto de Deus, por que Deus não faz com que todos os homens sejam salvos? A culpa pelas almas perdidas não recairá, porventura, sobre o próprio Deus, que em sua onipotência permitiu que os homens se tornem vitimas da condenação? Lutero respondeu estas questões difíceis da seguinte maneira:
Deve-se distinguir entre o que é verdadeiro para o Deus oculto e o que Deus revelou em sua Palavra. Que o onipotente Deus impele e efetua mesmo o mal é característica do Deus oculto (Deus absconditus). Mas o evangelho faz ver com clareza, por outro lado, que Deus oferece sua graça a todos e que Deus quer que todos os homens sejam salvos. Somos intimados a nos atermos a esta revelação e não a tentarmos perscrutar arrogantemente a oculta e inescrutável majestade divina.
A condenação atinge o homem como castigo justo por seu pecado e, portanto, é consequência da justiça de Deus. Mas se a salvação e a condenação estão completamente nas mãos de Deus, então a questão é: Por que Deus não altera a vontade dos que se perdem? Esta questão não pode ser respondida; a resposta não foi revelada. Lutero, neste contexto, distingue entre a luz da natureza, a luz da graça, e a luz da glória. Há coisas que só podem ser entendidas à luz da graça, como por exemplo - por que os bons sofrem enquanto que os maus prosperam? Tal questão não pode ser respondida apenas à luz da natureza. Da mesma maneira, há coisas que não são evidentes à luz da fé ou da graça mas que serão entendidas à luz da glória. O mistério da predestinação está incluído nesta categoria. O fato que é perfeitamente justo para Deus permitir que algumas pessoas sofram a condenação só será entendido na eternidade.

Retirado do Livro: História da Teologia
Bengt Häglund - Concórdia Editora - Pág.: 197 a 199.

terça-feira, 27 de julho de 2010

VIDEO ESCOLA DOMINICAL

Amados, este video foi gravado durante a Escola Dominical do dia 25 de Julho de 2010, ministrada pelo Pastor Airton Williams.


Vídeo Escola Dominical from episcopal carismatica on Vimeo.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

ÁUDIO ESCOLA DOMINICAL

Queridos , este áudio foi gravado durante a Escola Dominical ministrada no dia 25 de Julho de 2010, pelo Pastor Airton Williams.


Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/WEXING8e/udio_esc_25_de_julho.html

OS PAIS APOSTÓLICOS

Quando falamos nos Pais Apostólicos, geralmente nos referimos a alguns autores cristãos do fim do primeiro século e do início do segundo, cujos escritos chegaram até nós. Estes escritos — em sua grande maioria de natureza incidental (cartas, homilias) — são de valor para nós porque, ao lado do Novo Testamento, são as fontes mais antigas que possuímos como testemunho da fé cristã. Estes escritos, no entanto, não pretendem ser apresentações doutrinárias no sentido restrito do termo, e como resultado, não podemos esperar deles um quadro completo dos artigos de fé. E, enquanto sua contribuição para o desenvolvimento da teologia foi relativamente pequena, eles contribuíram de forma notável para elucidar o conceito de fé e os costumes da igreja que prevaleceram nas primeiras congregações.
Os mais importantes destes escritos são os seguintes:

• A Primeira Epístola de Clemente, escrita em Roma, por volta de 95.
• As Epístolas de Inácio; sete cartas a vários destinatários, escritas por volta de 115 durante a viagem de Inácio a Roma e para sua morte de mártir já prevista.
• A Epístola de Policarpo, escrita em Esmirna, por volta de 110.
• A Epístola de Barnabé, provavelmente escrita no Egito, por volta de 130.
• A Segunda Epístola de Clemente, escrita em Roma ou Corinto, por volta de 140.
• O Pastor de Hermas, escrito em Roma, por volta de 150.
• Fragmento de Papias, escritos em Hierápolis na Frígia, por volta de 150, citados nas obras de Eusébio e Irineu (entre outros).
• A Didaché (os Ensinamentos dos Doze Apóstolos), escrita na primeira metade do século, provavelmente na Síria.
Apesar de, cronologicamente, os escritos dos Pais Apostólicos estarem próximos dos apóstolos e do Novo Testamento, a diferença entre estas fontes é grande e evidente, tanto com respeito à forma como quanto ao conteúdo. Alguns destes escritos foram incluídos por algum tempo, no cânone do Novo Testamento, mas não foi por acidente que afinal foram excluídos. A diferença entre os livros do Novo Testamento e os escritos dos Pais Apostólicos se manifesta de muitas maneiras. Tem-se feito tentativas de determinar qual dos apóstolos (Pedro ou Paulo, por exemplo) influenciou os homens que produziram estes escritos. Mas, evidenciou-se que esta pesquisa é desnecessária. A teologia dos Pais Apostólicos não pode ser atribuída a qualquer membro individual do grupo apostólico; reflete, ao invés disso, a fé da congregação típica dos primeiros anos da história cristã. As semelhanças entre estes escritos e o Novo Testamento não dependem necessariamente do fato que os Pais Apostólicos foram influenciados diretamente por um autor canônico ou outro; refletem, antes, o fato que ambas as fontes tratam da mesma fé.

Retirado do Livro: História da Teologia
Bengt Hägglund - Concórdia Editora - Pág.: 13 e 14

VÍDEO SERMÃO

Irmãos, este vídeo foi gravado durante o culto do dia 25 de Julho de 2010, ministrado pelo Pastor Airton Williams, que continua sua pregação sobre o Livro de Pedro.

vídeo sermão from episcopal carismatica on Vimeo.

ÁUDIO SERMÃO

amados , este áudio foi gravado durante o culto ministrado no dia 25 de Julho de 2010, continuação da pregação sobre o Livro de Pedro.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/I7dTkiV9/udio_sermo_25_de_julho.html

quinta-feira, 22 de julho de 2010

VÍDEO CULTO CARISMÁTICO

Amados, este vídeo foi gravado no dia 21 de Julho de 2010, durante o Culto Carismático ministrado pelo Pastor Airton Williams.

Culto carismático 21 de julho from episcopal carismatica on Vimeo.

OS SACRAMENTOS - MEIOS DE GRAÇA

Uma coisa é o evangélico crer que a Palavra é um meio de graça. Outra completamente diferente é acrescentar que os sacramentos são um meio adicional de graça. Até mesmo a palavra "sacramento" soa "católica" para muitos ouvidos evangélicos. De fato, é um conceito bíblico e desfruta de uma posição notavelmente alta, próxima à da própria Palavra, nas confissões e catecismos protestantes. Observe as seguintes definições evangélicas clássicas. Da tradição luterana nós descobrimos o seguinte:
Nossas igrejas ensinam que os sacramentos foram instutuídos, não meramente para serem marcas da confissão entre os homens, mas, especialmente para serem sinais e testemunhos da vontade de Deus para conosco, com o intuito de despertar e confirmar a fé naquele que as empregam. (A Confissão de Augsburg, Artigo XIII - 1530)

As igrejas reformadas concordam com essa visão dos sacramentos. A Confissão Escocesa de 1560 declara,

E, assim, absolutamente condenamos a vaidade daqueles que afirma que os sacramentos são nada mais do que sinais nus e expostos. Não, cremos confiadamente que, pelo batismo, nós somos selados em Cristo Jesus, para sermos partícipes de sua justiça, pelo qual nossos pecados são cobertos e remidos, e também que, na ceia empregada de forma correta, Cristo Jesus é unido a nós de tal forma que ele se torna a própria nutrição e comida de nossa alma. Por esta ceia, o Espírito Santo "nos alimenta do corpo e do sangue de Cristo partido e derramado por nós, mas, agora, presente no céu, na presença de seu Pai. Entretanto, apesar da distância entre seu corpo glorificado no céu e os homens mortais na terra, devemos, confiadamente, crer que o pão que partimos é uma comunhão com o corpo de Cristo e o cálice que abençoamos é a comunhão de seu sangue. ( Capítulo 21)

O Catecismo de Heidelberg concorda com essas definições, e a Consfissão de Westminster acrescenta que:

"Os sacramentos são santos sinais e selos do pacto da graça" . (Capítulo 27)

Em cada sacramento, duas coisas estão envolvidas: o sinal e a coisa significada. O sinal no batismo, por exemplo, é a água; na Santa Ceia, o pão e o vinho. A coisa significada no batismo é a regeneração; na Santa Ceia é o corpo e o sangue de Cristo. Como a Confissão de Westminster declara, "Há, em cada sacramento, uma relação espiritual ou união sacramental entre o sinal e a coisa significada; por isso, os nomes e os efeitos de um são atribuídos ao outro" (ibid).

Em outras palavras, a união entre a água e a regeneração é tão próxima no batismo que a Escritura mencionará ambos reciprocamante, como se a água purificasse no batismo ou como se o pão e o vinho, na comunhão, fossem verdadeiramente o corpo e o sangue de Cristo. Desse modo, Paulo fala do batismo como "o lavar regenerador" (Tt 3.5-8), e diz que a comunhão com o pão e o vinho se contitui de fato em uma participação no corpo e sangue de Cristo (1Co 10.16-17).

Quando somos ligados por essa união do Espírito com seus meios de graça (Palavra e Sacramento), somos verdadeiramente introduzidos em um ministério de "sinais e maravilhas". Os sinais são a Palavra escrita e pregada, a água, o pão e o vinho. As maravilhas são as atividades sobrenaturais do Espírito que estão ligadas a esses sinais.
O poder ou eficácia dos sacramentos não reside em sua própria natureza. A eficácia está no Espírito que os une aos tesouros espirituais que eles significam. A mesma água que é usada no batismo poderia, da mesma forma, ser usada para lavar as mãos de alguém e não haveria diferença na substância da água em si. De maneira semelhante, não há mudança no pão e no vinho — o pão permanece pão e o vinho permanece vinho. Mas quando a Palavra e o Espírito se juntam a esses elementos comuns, Deus promete estar sobrenaturalmente presente a fim de conceder suas dádivas. Os sacramentos, portanto, antes de serem sinais da lealdade do crente, o são de Deus. Esta é a razão porque Calvino escreveu, "Em um sacramento, não trazemos nada de nós mesmos, mas somente recebemos". Eles não testificam acerca da sinceridade do convertido, mas da providência de Deus em salvar e manter o seu povo pela sua graça.
Este foi um conceito difícil para mim, visto ter crescido em círculos onde se cria que o significado do batismo e da ceia do Senhor (e até mesmo do próprio sermão) era o de nos levar a uma reação. Em outras palavras, era a emoção ou piedade que essas ações evocavam, não as dádivas celestiais que Deus estava me dando por esses meios, que definiam o momento.
O batismo significava, "Eu decidi seguir a Jesus". A Santa Ceia significava, "Eu lembro o quanto Jesus sofreu e o quanto eu deveria, portanto, fazer por ele". Tanto a pregação quanto essas cerimonias focalizavam minha experiência intensa subjetiva e a decisão de fazer melhor, mais que Deus e sua graça objetiva em Cristo. Essas atividades eram pouco mais do que liçoes práticas para minha piedade pessoal.
Embora certamente ocorram efeitos emocionais por se receber a certeza do perdão e da adoção, os textos bíblicos fazem da graça de Deus, nao da minha reação, a grande notícia. Como o Catecismo de Heidelberg expressou, o Espírito Santo cria fé em nosso coração pela Palavra pregada, e a confirma pelos sacramentos.
Foi por essa razão que os reformadores protestantes seguiram os grandes pais da igreja como Santo Agostinho ao chamar os sacramentos de "Palavra visível de Deus". Os sacramentos servem ao mesmo propósito que a própria Palavra, não somente oferecendo ou exibindo a promessa de Deus, mas conferindo, realmente, a sua graça salvadora ao nos unir, pela fé, a Cristo e a seus benefícios.
Alguém indubitavelmente perguntará, "Mas, se somos justificados de uma vez por todas, por que precisamos continuar recebendo perdão e graça por meio dos sacramentos?" É interessante que nós não fazemos esta pergunta com relação à Palavra. Nós sabemos que precisamos ouvir o evangelho pregado mais de uma vez em nossa vida, que precisamos continuamente ouvir a garantia do perdão de Deus oferecido a nós em nossas fraquezas e dúvidas. Os sacramentos servem, precisamente para este mesmo propósito.
Quando recebemos a Santa Comunhão, estamos experimentando a alegria de nossa íntima união com Cristo assim como, certamente, seus discípulos desfrutaram da presença de Cristo no lugar onde cearam juntos. Aqui, em Palavra e sacramento, nosso Senhor ascendido não está longe de nós, mas está, ele mesmo, oferecendo-nos comunhão pessoal e todas as dádivas que ele conquistou para nós por meio do seu ministério. Nós somos, assim, levados das praias da antiga Galiléia, tão distantes daquela primeira ceia. Todavia, somos instantaneamente unidos aos discípulos junto à mesa da Comunhão e a todos os santos de todas as eras, como juntos estamos unidos a Cristo, compartilhando de seu sacrifício todo-suficiente.
A Santa Comunhão não é particular, mas corporativa; não meramente espiritual, mas material também; não apenas representativa, mas real. Quando a eternidade encontrou-se com o tempo, Deus visitou a carne pecadora na pessoa física e obra de Cristo. Agora, quando quer que comamos o pão e bebamos do cálice, nós encontramos esta Palavra encarnada e recebemos os benefícios de sua Paixão e Ressurreição.
Nós não o conhecemos "andando com ele e falando com ele" em um jardim de devoção particular que imaginamos ou invocamos em nosso próprio coração. Nós conhecemos a Jesus recebendo-o na Palavra e no sacramento. Ao fazê-lo, somos, verdadeiramente, levados ao céu pelo Espírito Santo, onde ele nos coloca, gentilmente, nos braços de Cristo.



Retirado do livro: A Face de Deus - Os perigos e as delícias da intimidade espiritual
Michael Horton - Editora Cultura Cristã - Pág.: 145 a 148

ÁUDIO CULTO CARISMÁTICO

amados irmãos, este áudio foi gravado durante o culto carismático do dia 21 de Julho de 2010, ministrado pelo Pastor Airton Williams. Durante este culto, Pr. Airton continua nosso Estudo sobre o Sermão do Monte.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/UeHbMOMe/udio_culto_carismtico_21_de_ju.html

terça-feira, 20 de julho de 2010

FIDELIDADE APOSTÓLICA DA PREGAÇÃO

No seio da igreja encarregada de anunciar as boas novas, um indivíduo sai da massa para testemunhar perante a comunidade a redenção e salvação do homem realizada em Cristo. Juntamente com o problema da fidelidade doutrinária que acabamos de falar, se coloca aqui o da legitimidade deste ato individual. À exceção do ofício do apóstolo, não está sublinhada, particularmente no Novo Testamento, a função do pregador. Não podemos deduzir nenhuma doutrina sobre esta função a partir das indicações que se nos dão sobre aqueles que foram chamados pelos apóstolos para este ofício e reconhecidos pela comunidade.
Quanto a função apostólica, fica ligada à fundação e existência da igreja. Em Mt. 16.18-19 (cf. MT. 18.15-20), vê-se que a igreja está instituída numa ordem determinada: Pedro é o representante dos apóstolos e a comunidade se distingue do apostolado.
Se considerarmos agora a igreja, tal como existe a partir do período apostólico, veremos que a ecclesia una, sancta é, enquanto una , às vezes, ecclesia docens e ecclesia audiens. Onde há igreja sempre se dá esta situação. Não se repete o que se deu a princípio, pois a instituição do apostolado só aconteceu uma vez. Depois dos apóstolos, os homens chamados para esta missão devem continuar fazendo o mesmo que os apóstolos e, na medida em que a igreja é o corpo de Cristo, o pregador é, de certa maneira, sucessor dos apóstolos, vigário de Cristo. A pregação do verbo divino e a igreja constitui uma só coisa, pois " a Palavra de Deus não pode existir sem o povo de Deus" (Lutero).
Depois dos apóstolos o pregador, como ministro de segunda categoria, realiza numa determinada comunidade o que os apóstolos fizeram para a igreja inteira. Em vista desta investidura como vigário de Cristo realizada pelo próprio Deus, a problemática sobre este homem revestido deste cargo é secundária. O verdadeiro problema é saber se a igreja é verdadeiramente a igreja de Jesus Cristo e se, quando um homem anuncia a Palavra e outro a escuta, a própria Palavra de Deus é ouvida e recebida pela ação do Espírito Santo.
"O evangelho tem de ser pregado sinceramente, pois este é o reino de Cristo. Ele é o verbo, com a ação do Espírito Santo, para que os ouvintes, sejam ensinados" (Lutero, W.A. XXV, 97).
Todos os critérios que pudéssemos indicar em concreto acerca de um ministério autêntico são relativos, pois somente podem ser critérios humanos. todavia, retenhamos quatro destes critérios, dos que se pode fazer depender, a partir de um ponto de vista humano, a legitimidade da função.

1) O pregador deve sentir-se interiormente chamado. Conhecer a necessidade da vocação e aderir-se a ela de todo o coração. E, todavia, a "impossibilidade de fazer outra coisa" implica muitos problemas. Por exemplo, este: não seria talvez a satisfação de um desejo próprio, essa pretendida exigência interior? Notemos que a chamada interior, que cremos reconhecer, somente é decisiva quando não procede nem de nosso saber, nem de nosso sentimento, mas desta voz imperativa que é a de Deus.

2) Os textos relativos aos bispos e aos diáconos nas cartas pastorais (1 TM. 3.1-1; 3.8-12; 2 Tm.4.1; 4.5-9) Contém alguns catálogos helênicos de virtudes e de ordens concernentes a quem assume a função de pregador. "Homem irreprovável" não deve comprometer esta função como um modo de vida contrário à moral e aos costumes vigentes. Seu modo de atuar não deve ser demasiado estranho nem depender em excesso das contingências humanas, demasiado humanas deste mundo, pois não deve atrair a atenção sobre sua pessoa de uma maneira inútil para não desviar a atenção do evangelho. Estas recomendações éticas têm evidentemente uma finalidade de recordar que o servo da Palavra assume seu cargo diante da lei de Deus. Porém se se percebe que estas leis emanam da lei de Deus, o homem deve reconhecer que falha constantemente. Só pode apresentar-se diante de Deus porque está justificado em Cristo pela fé.

3)Por outro lado, nas cartas pastorais, se requer sempre do pregador que seja competente (1 Tm. 3.2; 2 Tm. 2.24). Segundo o costume da igreja, entendemos por isto a cultura científica dos teólogos. O pregador não tem o direito de amparar-se preguiçosamente no Espírito Santo para os assuntos de seu cargo. Com toda modéstia e serenidade, deve trabalhar e lutar para apresentar corretamente a Palavra, sabendo perfeitamente que o ensino correto (recte docere) só pode ser realizado pelo Espírito Santo. Por isso, a igreja, se tem consciência de suas responsabilidades, não pode tolerar que qualquer um tenha o direito de anunciar a Palavra sem cultura teológica. Todavia, não esqueçamos que a verdadeira pregação nos ensina o Espírito Santo, já que a cultura teológica está submetida a Ele.

4) Como temos notado, o pregador tem uma posição diferente da dos apóstolos: o posto que ocupa, o ocupa por vontade da comunidade. A função que ocupa pertence à igreja (eclesia). Vem da comunidade e exerce-se na comunidade. Todavia, o fato de ser chamado por uma comunidade não impede que ele deva ter a chamada de Deus.
Acabamos de recordar quatro critérios que caracterizam a chamada de Deus. Porém não nos compete fixar os limites desta chamada. É Deus quem funda a igreja e é Ele quem institui o ministério e o designa àquele que deve cumpri-lo. Atua assim onde e quando quer. Pois o fato é que este homem deve sempre responder aos quatro critérios que emanam desta chamada de Deus a qual constitui para ele o problema fundamental. Esta chamada é a que dá todo seu peso a estes critérios humanos. Dá-lhes seu peso e ao mesmo tempo sublinha sua relatividade. Sobre este problema fundamental não há nada que distinguir, só podemos aceitá-lo e secundá-lo, assumindo o ministério com as exigências que implica. Desta maneira, por nossa ação obediente, a revelação e a igreja encarregada de anunciar a Palavra, tornam-se visíveis.
Quando cumpre o seu ministério neste clima, o homem não busca a satisfação de seu interesse individual, de suas inclinçações, de suas convicções e de sua vontade própria. Pois, ainda que sempre tenha algo disto, é necessário que, em sua ação, apareça esta realidade: Deus falou e fala. Ali onde se cumpre esta subordinação, da vontade e da ação humana à vontade e ação de Deus, há pregação cristã legítima.
Fidelidade apostólica da pregação! A firme esperança do ouvinte se consiste em ouvir falar da grande obra, a cujo serviço, encontra-se o pregador que é só um homem com sua natureza e condições. Pois bem, o ato que sempre realiza e problemático e até, em certo sentido, impossível. Pois nos encontramos diante deste fato: Deus interviu no plano humano por meio de um homem, apesar das debilidades inerentes à natureza humana. A "fidelidade apostólica da pregação" significa para o pregador que ele é consciente das debilidades inerentes à sua ação. Porém não se deixa paralisar por sua debilidade, mas apóia-se sobre esta realidade: Deus se revelou. Sabe que a vontade divina, que se deu a conhecer e que atua no plano humano, cobrirá sua debilidade e sua miséria, conferirá à sua ação uma qualidade que não pode dar-lhe por si mesmo. Vivendo do perdão de Deus, realizará seu trabalho simplesmente na obediência, sem se deixar amedrontar, porque sabe que Deus o tem ordenado.
Ainda é necessário assinalar que esta fidelidade apostólica da pregação não deve ser caracterizada por um único critério a partir do ponto de vista da psicologia, tanto em relação ao pregador como em relação ao ouvinte. A simplicidade ou a objetividade poderia ser um indício, ou até o êxito, por exemplo: um despertar da comunidade. Porém estas coisas não podem ser consideradas como critérios válidos. A única coisa que conta é fazer ouvir a Palavra de Deus. E não podemos saber o que ocorre neste momento, porque o efeito que produz esta Palavra depende de Deus. Por isso, nos remetemos a Ele e cremos nEle e no que Ele faz.
Fazíamos notar mais acima que a igreja deve ser fundada sempre de novo; cria-se continuamente pelo anúncio e pela audição da Palavra. Desta maneira, igreja-instituição é uma espera da igreja; avança pelo caminho no qual se produz o acontecimento que cria a igreja.
Devemos ver as coisas na mesma perspectiva em relação ao homem destacado do conjunto da comunidade, com vistas a exercer nela um ministério particular. Este ato recebe sua eficácia da vocação dirigida por Deus. Por esta razão, a ordenação não é um ato de jurisdição eclesiástica, mas uma referência à chamada de Deus. É necessário, naturalmente, que aquele que é ordenado receba a Palavra de Deus que se expressa na ordenação. Palavra que deve receber sempre de novo em seu ministério.
A nomeação não é um problema relevante da teologia, senão do usus eclesiástico. Não há como dizer que por de trás desta vocação, em sentido restrito, deveria sempre existir a plena vocação de Deus.
Desta forma, concernente à direção e ordem da igreja, deveríamos ter em conta os quatro critérios dos quais temos falado. A igreja não deve tolerar a pretensão de alguém que atribua a si uma função que não responda a estes critérios. Frequentemente, junto com a vocação ordinária, existe sempre a possibilidade de uma vocação extraordinária. Deus não está sujeito à ordenação da igreja; pode chamar um homem para pregar a Palavra, à margem da organização eclesiástica, sendo que a vocação de tal homem deverá ser examinada e apreciada pela igreja no que toca a fidelidade escriturística.

Retirado do Livro: A Proclamação do Evangelho
Karl Barth - Fonte Editorial - Pág.: 36 a 42

VÍDEO ESCOLA DOMINICAL

Amados, este vídeo foi gravado durante a Escola Dominical do dia 18 de Julho de 2010, ministrada pelo Pastor Airton Williams.


VÍDEO ESCOLA DOMINICAL from episcopal carismatica on Vimeo.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

ÁUDIO ESCOLA DOMINICAL

Meus amados Irmãos, este áudio foi gravado durante a Escola Dominical ministrada pelo Pastor Airton Williams, no dia 18 de Julho de 2010.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/h2epHOBd/udio_esc_18_de_julho.html

VÍDEO SERMÃO

Amados, vídeo gravado durante o culto do dia 18 de Julho de 2010, ministrado pelo Pastor Airton Williams.

VÍDEO SERMÃO from episcopal carismatica on Vimeo.

domingo, 18 de julho de 2010

ÁUDIO SERMÃO

Amados Irmãos, este áudio foi gravado durante o culto de hoje, 18 de Julho de 2010, ministrado pelo Pastor Airton Williams, continuação do Sermão sobre o Livro de Pedro.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:

http://www.4shared.com/audio/lW0FKFa0/_2__udio_sermo_18_de_julho.html

FIDELIDADE DOUTRINÁRIA DA PREGAÇÃO

Até aqui, temos mostrado como a pregação está submetida a uma ordem. Ela é missão e mandato. Por isso, tem um caráter doutrinário.
Quando nos propomos a educar os homens, podemos sonhar em seguir um plano e fixarmo-nos a uma meta. Esta meta seria a tarefa do pregador, se a igreja se propusesse a educar a humanidade e fazer verdadeiros homens. Porém, não pode ser assim conhecendo qual é a função própria da igreja. A igreja não é uma instituição a serviço do progresso do mundo. A igreja, com sua pregação, não é uma ambulância nos campos de batalha da vida. Por outro lado, não deve tampouco buscar a instauração de uma comunidade ideal das almas, corações ou espíritos. Todas estas coisas têm seu valor e certamente, devemos nos preocupar com elas. Essas podem entrar como acessório na pregação. Por demais, tudo isto tem forçosamente um papel, como na vida ordinária. O pregador, como todos os cristãos, vive no mundo e não pode subtrair-se a estas coisas. Porém, a partir do momento em que a pregação toma isto como meta, não tem mais razão de ser. Atualmente, compreendemos isto cada vez melhor, quando todas as forças civilizadoras foram assumidas por outras organizações distintas da igreja. Supondo que a igreja desaparecesse um dia - este, por exemplo, era o ponto de vista de Richard Rote, que defendia a fusão progressiva da igreja com o Estado - os periódicos, as rádios, as obras sociais, a psicologia e a política bastariam para cuidar da vida, da alma e da família. Se se trata de moralidade pública ou de tarefas deste gênero, os filhos deste mundo sabem bem mais que a igreja e dispõem de meios superiores. Neste caso, a igreja não é mais que a quinta roda da carruagem... nem sequer uma roda para a troca (estepe)!
É necessário, pois, refletir seriamente sobre a missão que incube à igreja. Necessitamos de homens que obedeçam uma ordem que se lhes foi imposta de fora, uma necessidade anterior a tudo o que contitui nossa existência, como o é o nascimento ou a morte. A igreja não pode fazer mais que reconhecer simplesmente tudo isto: foi-lhe dada uma ordem que deve ser cumprida. A existência da igreja justifica-se somente se ela compreende que está fundamentada numa chamada. Por conseguinte, não tem um plano - este plano pertence a Deus - senão uma tarefa a cumprir. A pregação, no desenvolvimento do culto, deveria ser o anúncio de sua obediência a esta tarefa que lhe foi confiada por Cristo.
De tudo isto resultam as seguintes considerações:
1) A pregação deve submeter-se à fidelidade doutrinária. trata-se de confissão de fé, que não é um resumo de idéias religiosas tiradas de nossa própria capacidade, senão o que cremos e confessamos, o que recebemos e cremos porque temos ouvido a revelação. A confissão é uma resposta do homem ao que Deus disse. E cada pregação é uma resposta da qual somos responsáveis.
O que ocorre então, não tem nada que ver com um plano ou idéia que nós forjamos em nosso espírito. Aqui obedecemos, o que quer dizer: escutamos a Palavra de Deus e respondemos de acordo com a confissão de fé. Não se trata, naturalmente, de pregar a confissão de fé, mas de ter como meta e limite de nossa mensagem a confissão da igreja, de nos colocarmos onde se coloca a igreja.
2) Há uma segunda consequência prática: o elemento da edificação. O que devemos construir? Evidentemente a própria igreja. Porém edificar a igreja não deve ser entendido no sentido de O pastor de Hermas: "Continuar a construção", "construir sobre um edifício em vias de término". Edificar a igreja é reconstruí-la cada vez mais de cima para baixo. A igreja deve construir-se sem interrupção, continuamente devemos aceitar a ordem que se nos dá, reassumir a obediência. "Pela obediência para a obediência", tal é a marcha do cristão. A igreja é uma comunidade situada abaixo da revelação e edificada pela escuta da Palavra de Deus. A edificação realiza-se pela graça de Deus, com vistas à vida. Neste marco, então, podemos falar de educação dos homens, da ajuda moral e espiritual à humanidade. As construções secundárias tem lugar à sombra da edificação principal. "Buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça", "uma só coisa é necessária".
Retirado do Livro: A Proclamação do Evangelho
Karl Barth - Fonte Editorial - Pág.: 33 a 36

quinta-feira, 15 de julho de 2010

VÍDEO CULTO CARISMÁTICO

Amados, este vídeo foi gravado durante o Culto Carismático, ministrado no dia 15 de Julho de 2010, pelo Pastor Airton Williams, continuação do estudo sobre o Sermão do Monte.

Vídeo Culto Carismático from episcopal carismatica on Vimeo.

FÉ EM DEUS OU FÉ NA FÉ?

Muitos cristãos sinceros foram influenciados pelo evangelho dos feiticeiros, imaginando que a fé tem algum poder em si mesma. Mais uma vez para eles a fé não é posta em Deus, mas é um poder dirigido a Deus, que O força a fazer para nós aquilo que cremos que Ele fará. No mínimo, isso torna Deus sujeito a alegadas "leis" que podemos ativar pela "fé", e , no pior dos casos, elimina Deus completamente do processo, colocando tudo em nossas próprias mãos transformando-nos, desse modo, em deuses que podem fazer acontecer tudo pelo seu "poder da fé". Se tudo funciona de acordo com tal "lei", Deus não é mais soberano e não há lugar para a graça. tudo que alguém precisa fazer é exercitar o "poder da sua fé". Essa é a ideia básica por trás da feitiçaria.
Em contraste, Jesus disse: "Tende fé em Deus" (Marcos 11.22). A fé precisa ter um objeto: ela é confiança absoluta e sem reservas em Deus. Não há ninguém nem nada no Universo que mereça confiança total, exceto Deus. A fé genuína brota de um relacionamento de obediência a Ele. Deus responde orações com base na Sua sabedoria, na Sua misericórdia e na Sua graça, e não porque alguma "lei" O obriga a agir. Ele não pode ser manipulado pelo homem ou por anjos através de processos mentais, palavras faladas ou qualquer outro artifício.
Retirado do Livro: A Sedução do Cristianismo - Discernimento Espiritual nos Últimos Dias
Dave Hunt e T.A. McMahon - Editora Chamada da Meia Noite - Pág 28

ÁUDIO CULTO CARISMÁTICO

Amados, ontem 14 de Julho realizamos mais um culto carismático, este áudio foi gravado durante o Sermão ministrado pelo Pastor Airton Williams, que continua nosso Estudo sobre o Sermão do Monte.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/gvbwtN_V/udio_culto_carismtico_14_de_ju.html

segunda-feira, 12 de julho de 2010

VÍDEO ESCOLA DOMINICAL

Amados, assistam ao vídeo gravado durante a Escola Dominical do dia 11 de Julho de 2010, ministrada pelo Pastor Airton Williams.

Vídeo Escola Dominical from episcopal carismatica on Vimeo.

ÁUDIO ESCOLA DOMINICAL

Amados, este áudio foi gravado durante a Escola Dominical ministrada no dia 11 de Julho de 2010.




Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/bDMuGsbJ/esc_dominical_11_de_julho.html

VÍDEO SERMÃO

Amados, este é o vídeo gravado durante o culto do dia 11 de Julho de 2010, durante o sermao, Pastor Airton ministrou sobre o Livro de primeira Pedro.

sermao 11 de julho from episcopal carismatica on Vimeo.

domingo, 11 de julho de 2010

ÁUDIO SERMÃO

Amados , este áudio foi gravado durante o culto ministrado no dia 11 de Julho de 2010, pelo Pastor Airton Williams.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/N9zQQvNv/udio_sermo_11_de_julho.html

RECOMEÇO



Hoje, domingo, dia 11 de julho de 2010, reiniciamos as atividades da igreja. Pastor Airton está de volta de suas férias, recomeçamos nossas aulas na Escola Dominical. Se você está precisando encontrar a Deus, saiba que é isto que temos feito em nossa igreja, a cada domingo, a cada culto, em cada reunião, seja através dos amigos que frequentam esta casa, seja através dos irmãos em Cristo. Têm sido de grande alegria saber que podemos contar uns com os outros, e que diante disto, Ele olha por todos nós. A cada oração pedimos a Ele para que nos dê discernimento de sua vontade e que no fim possamos refletir a sua glória àqueles que precisam.
Então se você busca isto, venha caminhar conosco, e que a Graça e misericórdia de Deus através de seu filho Jesus possa alcançar o seu coração.

Escola Dominical as 17h30min

Culto às 19h.

Você é convidado a ouvir a Palavra de Deus e compartilhar de Sua Graça e Paz!.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

VÍDEO CULTO CARISMÁTICO

Amados, este vídeo foi gravado durante o Culto Carismático , ministrado pelo Pastor Airton Williams, no dia 07 de Julho de 2010. Neste Culto, Pastor Airton retoma nosso Estudo sobre o Sermão do Monte.

Culto Carismático 07 de Julho from episcopal carismatica on Vimeo.

ÁUDIO CULTO CARISMÁTICO

Amados irmãos, este áudio foi gravado durante o primeiro Culto Carismático ministrado em nossa Igreja. Neste culto , o Pastor Airton Williams ministrou a Palavra no Livro de Mateus, Capítulo 6, versículos 5 a 8.
Ainda durante este culto o Pastor Airton retomou a ministração sobre o Estudo do Sermão do Monte.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:
http://www.4shared.com/audio/XHrnIvIt/culto_carismtico_07_de_julho.html

ORAÇÃO DA MANHÃ



Senhor, no início deste dia,
venho pedir-Te saúde,
força, paz e sabedoria.

Quero olhar hoje o mundo
com olhos cheios de amor,
ser paciente, compreensivo,
manso e prudente;
ver, além das aparências,
teus filhos como Tu mesmo os vês,
e assim não ver senão o bem em cada um.


Fecha os meus ouvidos a toda a calúnia.
Guarda a minha língua de toda a maldade.
Que só de bênçãos se encha o meu espírito.

Que eu seja tão bondoso e alegre,
que todos quantos se aproximarem de mim,
sintam a tua presença.

Senhor, reveste-me da tua beleza,
e que, no decurso deste dia,
eu Te revele a todos. Amém.


Que nós possamos não apenas repetir estas palvras, que elas possam realmente fazer parte de nossas vidas, que nós possamos realmente vivê-las em nossos corações.

Que Deus abençöe a todos!

domingo, 4 de julho de 2010

VÍDEO SERMÃO

Amados, este vídeo foi gravado durante o culto ministrado no dia 04 de Julho de 2010, pelo Irmão Denis Izidro, no Livro de Judas, versículos de 1 a 4.

VÍDEO SERMÃO from episcopal carismatica on Vimeo.

ÁUDIO SERMÃO

Amados, este áudio foi gravado durante o culto do dia 04 de Julho de 2010, nesta data o sermão foi ministrado pelo Irmão Denis Izidro, sobre o Livro de Judas, nos versículos de 1 a 4.



Se você preferir, baixe o arquivo para o seu computador, através do link abaixo:

http://www.4shared.com/audio/aruHSzAw/UDIO_SERMO_04_DE_JULHO.html

A CRUZ É NECESSÁRIA PARA A NOSSA SUBMISSÃO

Essas coisas devem mencionar-se para que as mentes devotas sejam guardadas do desespero e não renunciem a seus desejos de paciência porque não podem deixar de lado suas inclinações naturais de tristeza. O fim daqueles que deixam que sua paciência se deslize até cair na indiferença é o desespero. Essas mesmas pessoas dizem que um homem é forte e valente quando faz de si mesmo um bloco de granizo incapaz de sentir qualquer coisa.
Pelo contrário, as Escrituras louvam os santos por sua paciência, quando são severamente afligidos por causa das adversidades, porém, não quebrados e esmagados por elas; quando estão afligidos, seus corações estão cheios de alegria espiritual; quando, sob o peso da ansiedade e exaustão, saltam de alegria ao experimentarem a consolação divina.
Ao mesmo tempo, existe um verdadeiro conflito em seus corações, porque seus sentimentos naturais lhes fazem temer, tratando de evitar o que resulta hostil para sua experiência.
Apesar disso, nosso zelo pela devoção luta, através de nossas dificuldades, de maneira que nos voltemos obedientes à divina vontade.
O Senhor falou sobre esse conflito quando se dirigiu a Pedro da seguinte maneira: "Em verdade, em verdade te digo: Quando eras jovem, guiavas a ti mesmo e ias para onde querias; mas quando fores velho, estenderás tuas mãos, e seguirás a outro que te levará aonde não queres."
Não é provável que Pedro, quando foi chamado a glorificar a Deus por meio de sua morte, fosse levado ao martírio com desgosto e aversão. Se fosse assim, seu martírio teria sido de muito pouco louvor e glória para o Senhor.
Ao contrário, devemos reconhecer que, por mais que Pedro tivesse se submetido à divina vontade com todo o fervor de seu coração, não havia se despojado de seus sentimentos humanos, motivo pelo qual foi perturbado por um conflito interno.
Seguramente, quando pensava na morte, sangrenta que lhe esperava, se estremecia por causa do temor, pensando talvez na possibilidade de agradavelmente escapar dela.
Todavia, quando considerava que fora Deus quem lhe havia chamado para morrer dessa maneira, seu temor se anulava e se submetia à vontade do Senhor com alegria.
Portanto, se desejamos ser discípulos de Cristo, devemos reverenciar a Deus de tal maneira que possamos triunfar sobre todas as inclinações contrárias e nos submeter com alegria o Seu plano.
Dessa forma, devemos permanecer constantes em nossa paciência por maior que seja a agonia mental ou qualquer outra classe de aflição que tenhamos.
A adversidade nunca deixará de nos ferir com seu aguilhão.
Quando somos afligidos por enfermidade, devemos gemer e orar por nossa recuperação.
Quando somos arrasados pela probreza, nos sentimos sós e aflitos. Quando somos oprimidos , desprezados e ofendidos, nos sentimos entristecidos e oprimidos.
Quando temos de assistir ao funeral de nossos amigos, derramamos muitas lágrimas.
Todavia não esqueçamos este pensamento consolador: O Senhor planejou nossas provações, de maneira que temos de nos submeter a Ele.
Ainda nos piores momentos de agonia, gemidos e lágrimas, animemo-nos com essa reflexão, de modo que nosso corações possam suportar tranquilamente as aflições que flagelam nosso ser.

Retirado do Livro: A Verdadeira Vida Cristã
João Calvino - Fonte Editorial - pag.: 59 a 61

A CRUZ É NECESSÁRIA PARA A NOSSA SALVAÇÃO

Agora que temos estabelecido que a principal consideração para levarmos a cruz é a vontade divina, devemos finalmente assinalar, de maneira breve, a diferença entre a paciência filosófica e a cristã.
Muitos poucos filósofos têm alcançado um entendimento suficientemente elevado que lhes permita compreender que estamos sujeitos às aflições pela vontade divina, ou que é nosso dever nos submetermos a ela.
Ainda aqueles que têm chegado mais próximos, não entendem outra coisa a não ser isto: a resignação é um mal necessário.
Que significa isso, se não que devemos submeter-nos a Deus pelo fato de qualquer esforço em resistir-Lhe ser vão?
Se obedecemos a Deus somente por necessidade, deixaremos de fazê-lo tão pronto consigamos escapar-Lhe.
As escrituras nos ordenam considerar a divina vontade à luz de um conceito diferente; primeiramente, consistente a justiça e a equidade; depois destinada ao aperfeiçoamento de nossa salvação.
As exortações cristãs à paciência são as seguintes: seja o fato de sermos afligidos pela pobreza, exílio, prisão, ostracismo, enfermidade, perda de entes queridos ou calamidades semelhantes, devemos recordar que nehuma dessas coisas se sucedem sem a vontade e a providência de Deus e ainda que Ele não faz nada que não seja absolutamente justo.
Por acaso não merecem os inumeráveis pecados que cometemos a cada dia uma disciplina muito mais severa do que a que nosso Deus nos inflige em Sua misericórdia?
Não é razoável o pensamento de que nossa carne tenha de estar submetida, e que tenhamos de nos acostumar a um jugo, de maneira que nossos impulsos carnais não nos dominem e nos levem a um caráter não temperante?
Não são dignas de suportar a justiça e a verdade de Deus as causas de nossos pecados?
Não podemos murmurar ou nos rebelar sem cairmos em iniquidade.
Não dê ouvidos ao gélido refrão dos filósofos que diz que temos de nos submeter por necessidade; antes, prestemos atenção a este chamado eficiente e vivo: Temos de obedecer porque é incorreto resistir.
Aprendamos a usufruir pacientemente, porque a impaciência é uma rebelião contra justiça de Deus.
Posto que só é do nosso agrado aquilo que imaginamos proveitoso e próspero para nós , nosso Pai misericordioso nos conforta ensinando-nos que é necessário levarmos a cruz para promover nossa salvação.
Se vemos claramente que as adversidades são boas para nós, por que, então, não suportá-las com corações tranquilos e agradecidos?
Se levarmos nossas cruzes pacientemente, não nos renderemos ante elas por necessidade; antes, nos submeteremos sabendo que resultam em nosso benefício.
A conclusão dessas considerações é que quanto mais somos oprimidos pela cruz, maior será nossa alegria espiritual; e inevitavelmente a essa alegria se junta a gratidão.
Se o louvor e a ação de graças ao Senhor devem surgir de um coração alegre e rejubilante, e não há nada que deva reprimir tais emoções, então é evidente que Deus neutralizará a amargura da cruz por meio da alegria do espírito.

Retirado do livro: A Verdadeira Vida Cristã
João Calvino - Fonte Editorial - Pág.: 61 e 62

sexta-feira, 2 de julho de 2010

O FALSO PROFETA

O falso profeta é o pastor que agrada todo mundo. seu dever é dar testemunho de Deus, mas ele não O vê e O prefere, porque vê muitas outras coisas.
Segue seus pensamentos humanos, conserva-se interiormente calmo e seguro, evita habilmente tudo quanto o incomoda. Não espera senão poucas coisas ou mesmo nada da parte de Deus.
Pode calar-se, mesmo quando vê homens atravancando seus caminhos com pensamentos, opiniões, cálculos e sonhos falsos, por quererem viver sem Deus.
Retira-se sempre quando devia avançar. compraz-se em ser chamado pregador do Evangelho, condutor espiritual e servidor de Deus, mas só serve aos homens.
Sonha, às vezes, que fala em nome de Deus, mas não fala a não ser em nome da igreja, da opinião pública, das pessoas respeitáveis e da sua "pequena" pessoa.
Ele sabe que, desde agora e para sempre, os caminhos que não começam em Deus não são caminhos verdadeiros, mas não quer se incomodar nem incomodar os outros; por isso é que pensa e diz: "continuemos prudentemente e sempre alegres em nosso caminho atual; as coisas se arranjarão". Ele sabe que Deus quer tirar os homens da impiedade e que a luta espiritual deve ser travada. No entanto, prega a "paz", a paz entre Deus e o mundo perdido que está em nós e fora de nós. Como se tal paz existisse!
Sabe que seu dever consiste em proclamar que Deus quis uma nova vontade, uma nova vida, porém deixa reinar o espírito do medo, do engano, de Mamon, da violência - a muralha construída pelo povo (Ez 13.10), o muro oscilante e manchado. Ele disfarça-o pintando com as cores suaves e consoladoras da religião para o contentamento de todo mundo.
Eis aí o falso profeta!
Retirado do livro: A Proclamação do Evangelho
Karl Barth - Fonte Editorial - Pág. 13 e 14.